quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Debates e perspectivas para a institucionalização da lei 10.639/2003


 
A série "Debates e perspectivas para a institucionalização da Lei no 10.639/2003", desenvolvida pelo Programa Brasil-África: História Cruzadas, tem como objetivo divulgar as contribuições realizadas pela UNESCO para implementar e institucionalizar a Lei no 10.639, de 2003. A série se inicia com as discussões desenvolvidas no decorrer dos eventos de lançamento da edição em português da Coleção História Geral da África da UNESCO, realizados no primeiro semestre de 2011.
O lançamento da Coleção é resultado da parceria da Representação da UNESCO no Brasil com o Ministério da Educação e a Universidade Federal de São Carlos. Os eventos contaram com a presença de expositores nacionais e internacionais, que potencializaram trocas de experiências e discutiram, de forma profunda, temas de história e cultura africana e afro-brasileira e da educação das relações étnicoraciais. Essas discussões possibilitaram um mapeamento de necessidades e perspectivas para a implementação das diretrizes curriculares nacionais para a educação sobre relações étnico-raciais, história e cultura africana e afro-brasileira no sistema da educação básica do país e, ainda, foram apresentadas possibilidades de uso da Coleção HGA como um subsídio para a sua efetivação.
 
Brasília: UNESCO, 2012.
4 volumes - Download gratuito (PDF):
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Unidade de Comunicação, Informação Pública e Publicações - UCIP
UNESCO | Representação no Brasil
 
Tel.: (+55) 61 2106-3500
 
http://www.twitter.com/unescobrasil

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A Faculdade de Educação - FE realizará o curso Gênero e Diversidade na Escola

O curso faz parte das ações de formação continuada, destinado aos profissionais da educaçào básica da Secretaria de Educaçào - SEDF. Saiba mais
 
O curso se insere na modalidade de formação continuada de profissionais da educação tratando das temáticas de gênero, raça/etnia e orientação sexual, possibilitando aos professores/as condições de observar e introduzir nas suas reflexões e práticas pedagógicas as relações de gênero, possibilitando a construção de uma educação inclusiva e não sexista. O curso será desenvolvido durante quatro meses (setembro  a dezembro de 2012) com acompanhamento de uma equipe selecionada pela Universidade de Brasília, equipe esta formada por: tutoria, coordenação, supervisão do curso e coordenação de pesquisa.
 
Objetivos Gerais
 
  • Realizar uma formação continuada em gênero, raça e orientação sexual para profissionais da educação básica da rede de ensino público do Distrito Federal.
 
  • Pesquisar, monitorar e analisar o processo de formação dos beneficiários do curso quanto ao material didático utilizado e às experiências e estratégias desenvolvidas para a inserção dos temas no cotidiano escolar.
 
Objetivos Específicos
 
Os objetivos a serem alcançados pelo curso são:
 
  • Desenvolver a capacidade dos/as professores/as da Educação Básica da rede pública de compreender e posicionar-se diante das transformações políticas, econômicas e socioculturais que requerem o reconhecimento e o respeito à diversidade sociocultural do povo brasileiro e dos povos de todo o mundo – o reconhecimento de que negros e negras, índios e índias, mulheres e homossexuais, dentre outros grupos discriminados, devem ser respeitados/as em suas identidades, diferenças e especificidades, porque tal respeito é um direito social inalienável;
  • Contribuir para a formação de profissionais em educação, em especial professores da Educação Básica, capazes de produzir e estimular a produção dos alunos e de alunas nas diferentes situações do cotidiano escolar, de forma articulada à proposta pedagógica e a uma concepção interacionista de aprendizagem;
  • Elaborar propostas concretas para utilização dos acervos culturais existentes nos diferentes contextos escolares no desenvolvimento de atividades curriculares nas diferentes áreas do conhecimento;
  • Desenvolver estratégias de formação do professor pesquisador, de autoria e de leitura crítica no aproveitamento dos diferentes recursos pedagógicos, das diferentes mídias;
  • Incentivar a produção de materiais didáticos de apoio pelos próprios alunos do cursos e o intercâmbio de tais materiais e experiências bem sucedidas, (bem como dificuldades enfrentadas) entre os cursistas;
  • Contribuir para a promoção da inclusão digital através de conteúdos transformadores das culturas discriminatórias de gênero, racial étnica e de orientação sexual no país;
 
      - Público-alvo
Professores/as e Orientadores/as Educacionais da SEDF que atuam na Educação Básica.
 
   - Número de vagas: 150
 
    - Duração e carga horária
O curso tem 200 horas de duração será ministrado nas modalidades à distância e por meio de quatro encontros presenciais que acontecerão aos  sábados (manhã), totalizando 40 horas de atividades presenciais que acontecerão na Faculdade de Educação da UnB no Campus Darcy Ribeiro, Asa Norte. O curso será ministrado durante 10 semanas
 
    - Titulação
Os/as participantes com um mínimo de 75% de participação, somando as horas a distancia e presencias, receberão certificado equivalente às 200 horas do curso.
 
    - Inscrições
  1. As inscrições devem ser feitas pelo endereço eletrônico: gde2012.unb.inscricoes@gmail.com  com os seguintes dados: Nome completo, Nome da escola, telefones para contato e CPF, na da data de 22/08/2012 a  05/09/2012.
  2. Deverá ser preenchida uma ficha de inscrição que se encontra disponível aqui.  A ficha ser entregue em forma impressa e assinada no  primeiro encontro presencial, a ser realizado  na  segunda quinzena de setembro de  2012.
Fonte:  http://www.fe.unb.br/noticias/a-faculdade-de-educacao-unb-apresenta-o-curso-genero-e-diversidade-na-escola

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Começa, na 5ª feira, seminário sobre gênero, raça e etnia nas políticas públicas

Realizado em Brasília, seminário "Interseccionalidade de Gênero, Raça e Etnia: o trabalho conjunto na elaboração e implementação de políticas públicas" terá a participação do governo federal e das Nações Unidas
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Nos dias 16 e 17 de agosto, o governo federal e as Nações Unidas realizam o seminário "Interseccionalidade de Gênero, Raça e Etnia: o trabalho conjunto na elaboração e implementação de políticas públicas", na sede da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), em Brasília. No evento serão identificados inovações, potencialidades e desafios em políticas públicas promovidas em conjunto pelas agências da ONU, governo federal e sociedade civil, no âmbito do Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia.
Serão apresentados estudos de casos de boas práticas em políticas de gênero, raça e etnia. Gestores e gestoras públicas, equipes técnicas das Nações Unidas e representantes de organizações não governamentais terão a oportunidade de debater, trocar experiências e delinear possibilidades programáticas e de gestão conjunta sob a ótica das políticas inovadoras intersetoriais (entre diferentes esferas governamentais, ONGs, empresas, ONU, etc) e interseccionais (entrelaçando temas como gênero, raça, etnia, LGBTTI, DST/Aids, empoderamento econômico, desenvolvimento sustentável, entre outras).
No seminário serão debatidos os seguintes assuntos: participação das trabalhadoras domésticas na 100ª Conferência Internacional do Trabalho; cooperação técnica em monitoramento e avaliação no Observatório de Salvador; formação de redes na sociedade civil e ações integradas de participação, fortalecimento institucional, incidência e advocacy; capacitação de profissionais da mídia; comunicação educativa na campanha Por uma Infância sem Racismo; e incidência institucional na transversalização de gênero em consórcios intermunicipais de desenvolvimento.
Também serão evidenciadas atividades interagenciais, tais como o seminário sobre o Racismo e Sexismo Institucional, os estudos de caso para a capacitação de gestores e gestoras públicas desenvolvidos em conjunto com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e a transferência de tecnologias por meio de cooperação horizontal com o Programa Conjunto Colombiano.
O seminário Interseccionalidade de Gênero, Raça e Etnia é uma das atividades realizadas no marco de encerramento do Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia. Criado em 2009 e com término previsto para o mês de setembro, o Programa é resultado de uma parceria entre o governo brasileiro, por meio da SPM e da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), e o governo da Espanha e executado em conjunto com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), ONU Mulheres, UNFPA, OIT, Unicef e ONU Habitat. A iniciativa é financiada pelo Fundo para o Alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Seminário Interseccionalidade de Gênero, Raça e Etnia: o trabalho conjunto na elaboração e implementação de políticas públicas
Data: 16 e 17 de agosto de 2012
Horário: das 9h30 às 18h
Local: Auditório da SPM (Via N1 Leste, Pavilhão das Metas, Praça dos 3 Poderes, Zona Cívico-Administrativa) – Brasília/DF



Fonte: Mulher Negra

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

SEDF institui GT para implantação da Faculdade de Educação do DF

SEDF institui GT para implantação da Faculdade de Educação do DF

A Portaria nº 114 foi publicada nesta quinta (2) e estabelece o Grupo de Trabalho que coordenará o processo de implantação da instituição superior
A Secretaria de Educação do DF publicou a Portaria que normatiza as atribuições do Grupo de Trabalho para a implantação da Faculdade de Educação do DF. A instituição superior vai atender os estudantes interessados no curso de Licenciatura em Pedagogia, a partir do primeiro semestre de 2013. A faculdade será instalada nas dependências da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (EAPE), que continuará o trabalho de formação continuada desenvolvido com professores e servidores da Carreira Assistência.
O Grupo de Trabalho terá como atribuições a promoção da articulação e integração dos setores responsáveis pela oferta do primeiro semestre do curso de Licenciatura em Pedagogia, bem como elaboração de edital interno, no âmbito da SEDF, para seleção de 10 professores, que vão trabalhar na Faculdade. Os membros do GT terão o prazo de 120 dias, prorrogável por igual período mediante justificativa, para a apresentação dos resultados no formato de relatório.
Para a secretária adjunta de Educação, Maria Luiza Fonseca do Valle, a implantação da Faculdade de Educação reitera o compromisso da SEDF em oferecer uma educação de qualidade. “A faculdade de Educação vai possibilitar o acesso a uma instituição pública e compromissada com a formação dos profissionais da educação. Participar dessa formação no âmbito do ensino superior é uma antiga reivindicação dos professores. Nosso professorado é o mais bem qualificado do Brasil. Boa parte dos professores tem especialização e um número significativo possui mestrado e doutorado”, salientou a secretária.
O projeto pedagógico prevê um curso inovador que reunirá a prática docente e a teoria. Para tanto, os estudantes participarão de escolas residências e terão o acompanhamento de professores/tutores, bem como dos professores da faculdade. Tais profissionais terão um curso de formação anterior ao início do ano letivo.As vagas para a faculdade serão preenchidas por 50% dos alunos oriundos da rede pública de ensino do DF e terão turmas diurnas e noturnas.
Para a pedagoga, Adaildes Ribeiro, que cursou Pedagogia em uma instituição particular de ensino, a criação de uma faculdade de Educação pública é uma vitória. “Há tempos precisamos de mais espaços que atendam a demanda de estudantes que desejam cursar Pedagogia. Fui aluna de escolas públicas e vejo essa iniciativa como um incentivo à formação de educadores”, comemorou.