Blog educacional com notícias e arquivos (textos, livros, artigos, músicas, vídeos) relacionados com o campo da Educação (Básica e Superior) abrigado também no campo do currículo.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Projeto Sarau – África brasileira
Legado deixado no Brasil pelos africanos é celebrado no Projeto Sarau
Música,
dança folclórica, documentário, comidas típicas e moda são as atrações
do África brasileira, evento que celebra a diversidade cultural, o
colorido e a alegria deixados em nosso país pelos africanos, que
acontece no Museu Nacional da República, na noite de 5 de outubro
(sexta-feira), sob a coordenação de Antonio Carlos Maranhão.
Realizado
pela Casa da Cultura da América Latina e Decanato de Extensão da UnB,
em parceria com o Museu Nacional, o Projeto Sarau tem o objetivo de
promover a integração das artes dando prioridade aos trabalhos
produzidos pelos artistas do Distrito Federal. O evento, que possui
temáticas diversificadas, já levou aos dois auditórios do museu uma
média de 1.000 espectadores, desde seu lançamento em abril de 2011.
Desta
vez, o público vai contar, na área externa, com a barraquinha de
acarajé de Ana Akini e exposição de doces, vinhos, quadros e artesanato
produzidos pela comunidade do Quilombo Mesquita, povoado localizado a
8km de Cidade Ocidental, onde 300 famílias remanescentes dos quilombolas
cultivam marmelo, goiaba, laranja, cana de açúcar e mandioca; mantêm
uma pequena indústria artesanal de marmelada e goiabada e produzem
caixinhas, biscoitos e tapetes, que são comercializados em feiras da
região.
Outra
atração que vem do Mesquita é o grupo de Catira (ou cateretê) dança do
folclore brasileiro cujo ritmo musical é marcado pela batida dos pés e
mãos dos dançarinos. Com influências indígenas, africanas e européias,
tem coreografia executada na maioria das vezes por homens e pode ser
formada por seis a dez componentes e mais uma dupla de violeiros, que
tocam e cantam a moda. Típica do interior do Brasil, é executada,
principalmente, no norte do Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás,
interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Integrantes
da União dos Estudantes Africanos de Brasília vão apresentar duas
danças tradicionais: a puíta, de São Tomé e Príncipe e a Funana, de Cabo
Verde. O coreógrafo e bailarino, Júlio César Pereira, da Companhia
Experimental de Dança Negra Contemporânea Mário Gusmão, exibirá um
recorte do espetáculo Bata-Kotô, que fala do massacre de quatro
estudantes no bairro de Soweto, na África do Sul, em 16 de junho de
1976.
No auditório será exibido o
vídeo-instalação Liga da língua (2003, 19 minutos), de Renato Barbieri e
Fabiano Maciel, que mostra o poder da linguagem como forma de preservar
a identidade cultural de uma nação. O trabalho apresenta oito países
(Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São
Tomé/Príncipe e Timor Lleste) localizados em quatro continentes falando,
cantando e refletindo o que têm em comum: a língua portuguesa.
Serviço
Projeto Sarau – África brasileira
Dia 5 de outubro de 2012 (sexta-feira)
Local: Auditório 1, do Museu Nacional da República (Esplanada dos Ministérios)
Hora: 19h30
Telefones: (61) 3321-5811 / (61) 3324-0774 / (61) 3324-7118
ENTRADA FRANCA
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
X Colóquio Luso-brasileiro de Questões Curriculares
Caros leitores, estarei na FE - UFMG em Belo Horizonte entre os dias 4,5 e 6 de setembro, apresnetando o seguinte trabalho:
CURRÍCULO PRESCRITO E TRABALHO DOCENTE:
DESPROFISSIONALIZAÇÃO DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO BÁSICA DO
DISTRITO FEDERAL
Resumo:
O texto analisa criticamente as Orientações Curriculares de 2009 para a Rede
Pública de Ensino do Distrito Federal, nos Anos Iniciais. O objetivo central é identificar as
fragilidades da proposta prescrita, como principal motivo para a desprofissionalização do
trabalho docente, já que o professor - agente materializador do currículo – foi silenciado e,
portanto, teve sua autonomia pedagógica, política e crítica desconsiderada. Usamos como
metodologia, o estudo bibliográfico e a análise documental. O artigo apresenta inicialmente
uma contextualização política do Distrito Federal, nos anos em que a proposta curricular foi debatida, em seguida analisamos criticamente alguns componentes curriculares, apontando as fragilidades do documento, além de abordar as teorias do currículo, por entendermos que a presente análise se sustenta, pela existência conceitual e epistemológica do campo curricular. Por fim, discutimos os conceitos de profissionalização e desprofissionalização docente. Nossas reflexões são baseadas na perspectiva crítica em autores como: Arroyo (2011), Silva (2011), Sacristán (2000) e Lopes e Macedo (2011).
trabalho docente, já que o professor - agente materializador do currículo – foi silenciado e,
portanto, teve sua autonomia pedagógica, política e crítica desconsiderada. Usamos como
metodologia, o estudo bibliográfico e a análise documental. O artigo apresenta inicialmente
uma contextualização política do Distrito Federal, nos anos em que a proposta curricular foi debatida, em seguida analisamos criticamente alguns componentes curriculares, apontando as fragilidades do documento, além de abordar as teorias do currículo, por entendermos que a presente análise se sustenta, pela existência conceitual e epistemológica do campo curricular. Por fim, discutimos os conceitos de profissionalização e desprofissionalização docente. Nossas reflexões são baseadas na perspectiva crítica em autores como: Arroyo (2011), Silva (2011), Sacristán (2000) e Lopes e Macedo (2011).
Palavras-Chave:
Currículo,
trabalho Docente e desprofissionalização.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Dilma sanciona lei que cria cotas em universidades federais
29/08/2012
A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quarta-feira (29) o texto da lei que reserva metade das vagas em universidades e escolas técnicas federais a estudantes que cursaram todo o ensino médio em colégios públicos.
Elas serão prioritariamente preenchidas por alunos negros e indígenas, seguindo a proporção dessa população em cada Estado. Além disso, das vagas reservadas, 50% serão destinadas a alunos de escolas públicas que tenham renda per capita familiar de até R$ 933.
Já para o próximo processo seletivo, afirma o MEC (Ministério da Educação) 12,5% das vagas precisarão estar reservadas. O próximo Sisu (Sistema de Seleção Unificada) já levará em conta o critério. As universidades terão até 2016 para implantar a nova regra.
Em setembro, segundo o ministro Aloizio Mercadante, deve sair a regulamentação do texto.
Foi vetado o ponto que determinava o uso das médias dos alunos, o chamado coeficiente de rendimento, como um dos métodos de acesso à universidade. Mercadante anunciou na semana passada que Dilma vetaria o artigo. O critério de seleção será o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
“Nada adianta eu manter uma universidade fechada e manter a população afastada em nome da meritocracia. Também de nada adianta eu abrir universidade e não preservar a meritocracia”, afirmou Dilma.
FONTE: UOL
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