terça-feira, 27 de setembro de 2011

Exposição: " Os orixás no Brasil: presença das forças africanas no imaginário cultural brasileiro."

Na sexta feira (30/09) a partir das 14 horas, será aberta a exposição de telas da artista plástica: Kelly Cristina Lima Cardoso, que trará sua interpretação a cerca da presença das divindades afro-brasileiras no imaginário nacional. Kelly é natural de Brasília, sempre se interessou por Artes Plásticas e desenho. 

Teve formação em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário de Brasília. Cursa pós-graduação em Marketing Digital e atua como designer de impressos e ilustradora.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

PUC - Goiânia realiza V Congresso Internacional em Ciências da Religião


Acontecerá entre os dias 28, 29 e 30 de setembro, com diversas palestras e GTS. Na quarta estarei com uma palestra, sobre o candomblé. Às 16:15

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Nota de repúdio do Sinpro: arbitrariedade de policiais civis termina com prisão de orientadora de escola

19/09/2011
FONTE: Site do Sinpro
O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) repudia a ação arbitrária de integrantes da Polícia Civil de Planaltina, que de forma totalmente ilegal manteve uma orientadora educacional presa por quase sete horas.
No dia 15 de setembro a orientadora Adriana Teodoro Barreto foi levada à força por agentes da 16ª Delegacia de Polícia e presa mediante constrangimento e utilização de força física, sob a alegação de não ter se identificado aos policiais. Funcionários do Centro de Ensino Fundamental 04 de Planaltina informaram que os agentes entraram na escola com o objetivo de obter informações sobre o paradeiro de uma aluna desaparecida, e em seguida começaram a exigir a retirada de alguns alunos de sala de aula para que fossem entrevistados. Ao impedir que o procedimento ilegal fosse feito a orientadora Adriana Teodoro passou a ser ofendida, sendo inclusive chamada pelos agentes de “orientadorazinha qualquer”. Não bastassem as ofensas já proferidas pelos agentes, Adriana ainda foi chamada de criminosa na frente de vários colegas de trabalho e de representantes do Sinpro-DF  no momento que era liberada.
O Sindicato entrará com uma ação na corregedoria da Polícia Civil por acreditar que o(a) trabalhador(a) deve ser respeitado(a) em seu local de trabalho e ter seus direitos garantidos.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Visita ao Mosteiro/Santuário da Medalha Milagrosa em UBERABA - MG. Dia 11/09/2011




Comunicação Aprovada para o Congresso em Goiânia

GT:7-  RELIGIÃO, ETNICIDADE E MIDIATIZAÇÃO
 
1-  “Religare: Conhecimento e Religião”. Midia e Formação
Flávio Augusto Senra Ribeiro
Marcos Paulo Bueno
 
2- A Abordagem Católica no Programa Sagrado da Rede Globo
Emilson Ferreira Garcia Junior
Profa. Dra. Robéria Nádia Araújo Nascimento
 
3- Cenário de uma Fé Plural: O Programa Sagrado e a Midiatização Contemporânea           
Profa. Dra. Robéria Nádia Araújo Nascimento
 
4- Novo Modo de Ser Religioso: A Midiatização do Fenômeno Religioso nas Interações em Rituais da Internet
Thamiris Magalhães de Sousa
 
5- A Comunicação do Evangelho e a Construção da Imagem da Amazônia nos Discursos dos Missionários Batistas (1971-1980)
Doutoranda Catarina Maria Costa dos Santos (História - PUC-SP/CAPES)
 
6- Foucauld: Um Nômade da Fraternidade
Elcione Leite de Paula
 
7- O Adventismo e a Imprensa Escrita
Francisco Luiz Gomes de Carvalho
 
8-  “O Eixo do Mal” X “O Grande Satã”: A Construção da Doutrina Maniqueísta no Contexto das Relações Estados Unidos e Oriente Médio
Maurineide Alves da Silva
 
9- Literatura e Imaginação como Reestabelecimento das Relações Hindu-Muçulmanas
Gisele Cardoso de Lemos
 
10- Os Espaços Ocupados na Mídia Pela Religião Umbanda
Hulda Silva Cedro da Costa (PUC-GO/FAPEG)
 
11- Pajelança Cabocla E Espaço Público
Mayra Cristina Silva Faro
 
12- A Midia Como Instrumento De Construção De Relações Étnico-Raciais E Religiosas Na Escola.
Hélio Gleyson da Costa Aragão
Leila do Socorro Araújo Melo
Rejane de Fátima Gomes da Costa
 
13- Afroquiz
Elisa Sofia Angelim da Silva dos Santos
Gézika dos Anjos Ferreira
Gideon Alcantara de Lima
 
14- Religiões Afro-Brasileiras Como A Própria Interface Entre Tradição Oral E Escrita
João Luiz Carneiro
Maria Elise Rivas e F. Rivas Neto
 
15- A Demonização de Exu, o Orixá da Comunicação
Oli Santos da Costa (PUC-GO/CAPES)
 
16- Candomblé Iorubá: A Relação do Homem com seu Orixá Pessoal
Prof. Esp. Francisco Thiago Silva
 

Congresso Internacional em Ciências da Religião

“A Religião na mídia, a mídia na religião” será o tema do V Congresso Internacional em Ciências da Religião que acontecerá na PUC de Goiás, em Goiânia, nos dias 28 a 30/09/2011.

A relação entre mídia e religião não é uma característica particular de nosso tempo, mas foi bastante aprofundada nas últimas décadas. A sociedade contemporânea passa por um intenso processo de midiatização, o que vem interferido e modificando o campo religioso. Este, por sua vez, se apropria dos recursos midiáticos, resignificando-os e instrumentalizado-os conforme interesses particulares. A interface reconfigura, portanto, mitos, símbolos e ritos tradicionais, atingindo o próprio conteúdo das crenças. O congresso será um momento de reflexão sobre a sacralidade midiática, sobre tais transformações, e pretende averiguar as complexas relações que têm sido estabelecidas.

Conferências: Mídia e religião - uma história de amor antiga; A mídia e suas linguagens religiosas; Religião, mídia e poder simbólico; Religião, cultura popular e mídia. Haverá ainda mesas-redondas tratando das Igrejas e mídia no Brasil; Religião e cinema; Religião e realidade virtual

A organização do evento convida os interessados e interessadas em contribuir enviando sugestões de Grupos Temáticos, de Comunicações Coordenadas e que venham participar do evento.

Os prazos para envio das propostas são:
- Propostas de Grupos Temáticos – até 30 de abril de 2011.
- Divulgação dos Grupos Temáticos aprovados – 10 de maio de 2011.
- Inscrição de Comunicações – de 16 de maio a 30 de julho de 2011.
- Divulgação das comunicações aceitas – 15 de agosto de 2011.


Presidente da Comissão da Organizadora do V CICR
E-mail: cicr@pugoias.edu.br

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Brasília realiza Seminário sobre o Relatório Anual das Desigualdades Raciais

Na próxima semana, dia 14/09, Brasília realizará o “Seminário Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil”. O evento ocorrerá a partir das 14h na Câmara dos deputados e tem como objetivo discutir os principais temas tratados pelo Relatório, que utiliza como eixo fundante a questão da Seguridade Social. O trabalho, produzido pelo Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aponta, mais uma vez, o quadro de desigualdades entre pretos e pardos, de um lado, e brancos, de outro.

A mesa de abertura do evento contará com a presença da ministra da Secretaria de Promoção e Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros; o deputado Paulo Pimenta, membro da Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados; e Atila Roque, integrante do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc). A mesa de debate contará com a participação do coordenador do Laeser, o professor Marcelo Paixão; a representante da ONU Mulheres para o Brasil e Cone Sul, Rebeca Reichmann Tavares; a representante da Fundação Getúlio Vargas, Sonia Fleury e a coordenadora da OnG Criola, Jurema Werneck; e será mediada por Atila Roque. 
O Relatório tem como eixo principal a Constituição brasileira de 1988, especialmente seu Capítulo sobre a Seguridade Social, e sua contribuição para a redução das desigualdades de cor ou raça no Brasil. Para elaborar o trabalho, os pesquisadores do Laeser recorreram a bases de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos Ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social.
O trabalho trata de temas como previdência social, acesso ao sistema de saúde, assistência social e ensino. Entre as questões tratadas pelo estudo estão: a evolução demográfica da população brasileira segundo raça e cor; o perfil da mortalidade; a desigualdade de cor ou raça no acesso a educação; a desigualdade no mercado de trabalho; as condições materiais de vida e o acesso ao poder institucional, políticas públicas e marcos legais.
A realização do evento está sob a responsabilidade da Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados com o apoio do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), a Secretaria de Promoção e Igualdade Racial (Seppir), o Governo Federal e a ONU Mulheres.
Agenda
O quê: Seminário sobre o Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil
Quando: 14/09
Onde: Plenário 3 da Câmara dos Deputados
Contato: 61-3212-0204/0200 (Gisliene Hesse e Carolina Araújo)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Congresso AfroBrasileiro quer difundir o Hino à Negritude

Hino à Negritude
I
Sob o céu cor de anil das Américas
Hoje se ergue um soberbo perfil.
E u’a imagem de luz
Que, em verdade, traduz
A história do Negro no Brasil.
Este povo, em passadas intrépidas,
Entre os povos valentes se impôs.
Com a fúria dos leões
Rebentando grilhões
Aos tiranos se contrapôs.
Estribilho
Ergue a tocha no alto da glória
Quem herói, nos combates, se fez
Pois, que as páginas da história,
São galardões aos negros de altivez.
II
Levantado no topo dos séculos,
Mil batalhas febris sustentou,
Este povo imortal
Que não encontra rival,
Na trilha que o amor lhe destinou.
Belo e forte, na tez cor de ébano
Só lutando se sente feliz.
Brasileiro de escol
Luta de sol a sol
Para o bem de nosso País.
III
Dos Palmares, os feitos históricos
São exemplos da eterna lição
Que, no solo tupi,
Nos legara Zumbi,
Sonhando com a liberação.
Sendo filhos, também da mãe África,
Aruanda dos Deuses da Paz.
No Brasil, este AXÉ
Que nos mantém de pé
Vem da força dos Orixás.
IV
Que saibamos guardar estes símbolos
De um passado de heróico labor.
Todos numa só voz,
Bradam nossos avós:
Viver é lutar com destemor.
Para frente marchamos impávidos
Que a vitória nos há de sorrir.
Eia, pois, cidadãos
Somos todos irmãos
Conquistando o melhor porvir.
(Educardo de Oliveira)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Aula dia 02/09: Alunos aprendem sobre a herança religiosa da África por meio de mitos:

Mito sobre a origem do Candomblé:*

No começo não havia separação entre o Orum, o Céu dos orixás e o Aiê, a terra dos humanos. Homens e divindades iam e vinham, coabitando e dividindo vidas e aventuras.
Conta-se que, quando o Orum fazia limite com o Aiê, um ser humano tocou o Orum com as mãos sujas. O céu imaculado dos Orixás fora conspurcado. O branco imaculado de Obatalá se perdera. Oxalá foi reclamar com Olorum. Olorum, Senhor do Céu, Deus Supremo, irado com a sujeira, o desperdício e a displicência dos mortais, soprou enfurecido seu sopro divino e separou para sempre o Céu da Terra. Assim, o Orum separou-se do mundo dos homens e nenhum homem poderia ir ao Orum e retornar de lá com vida. E os Orixás também não poderiam vir a terra com os seus corpos. Agora havia o mundo dos homens e dos orixás, separados. Isolados dos homens habitantes do Aiê, as divindades se entristeceram. Os Orixás tinham saudade de suas peripécias entre os humanos e andavam tristes e amuados. Foram queixar-se com Olodumare, que acabou consentindo que os orixás pudessem vez por outra retornar a Terra. Para isso, entretanto, teriam que tomar o corpo material de seus devotos, condição imposta por Olodumare. Os orixás agora tinham cavalos, podiam retornar com segurança ao Aiê, podiam cavalgar o corpo das devotas. Os humanos faziam oferendas aos orixás, convidando-os a Terra, aos corpos das iaôs. Então, os orixás vinham e tomavam seus cavalos. E, enquanto os homens tocavam seus tambores, vibrando os batás e agogôs, soando os xequerês e adjás,enquanto os homens cantavam e davam vivas e aplaudiam, convidando todos os humanos iniciados para roda do xirê e os orixás dançavam, dançavam e dançavam. Os orixás podiam de novo conviver com os mortais. Os orixás estavam felizes. Na roda das feitas, no corpo das iaôs, eles dançavam e dançavam e dançavam.
Estava inventado o candomblé...
*PRANDI, Reginaldo. Mitologia dos orixás. 2001.

Palmares promove o Seminário Quilombo Vivo

terça-feira, by Joceline Gomes
Por Joceline Gomes
Criação da Arte: Alessandro Naves ResckPara discutir a promoção e proteção da cultura quilombola será realizado nos dias 14 e 15 de setembro o Seminário Quilombo Vivo: Promover e proteger o patrimônio cultural quilombola. Para participar, será necessário inscrever-se pelo site da Palmares, preenchendo este formulário. As vagas são limitadas a 150 participantes.
Direcionado a lideranças quilombolas, especialistas em políticas culturais e gestores públicos da área da cultura, o Seminário tem o objetivo de debater estratégias de ação para garantir o reconhecimento, a preservação e a promoção do patrimônio cultural das mais de 1.700 comunidades remanescentes de quilombos certificadas.
Com base nos artigos 215 e 216 da Constituição Federal de 1988, o Seminário pretende discutir maneiras de realizar as propostas do Estatuto da Igualdade Racial e do Plano Nacional de Cultura. O evento é resultado de uma parceria entre a Fundação e a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.
Entre os temas debatidos estão: as criações artísticas, os bens culturais e o registro da memória das comunidades quilombolas; o desenvolvimento da economia da cultura nessas comunidades; a participação e o controle social dessa população na formulação e implementação de políticas culturais; o financiamento, a descentralização e a implementação de políticas públicas culturais para as comunidades quilombolas.
Serviço
O quê: Seminário Quilombo Vivo – Promover e proteger o patrimônio cultural quilombola
Onde: Auditório Freitas Nobre – Anexo IV Subsolo – Câmara dos Deputados – Brasília
Quando: 14 e 15 de setembro
Inscrições: clique aqui
Programação
Dia 14/09/2011
9h – 12h
Painel 1: Reconhecimento, valorização, promoção e proteção do patrimônio cultural quilombola.
Painelistas:
Ana de Hollanda – Ministra da Cultura
Eloi Ferreira – Presidente da Fundação Cultural Palmares/MinC
Luiz Fernando de Almeida – Presidente do Iphan/MinC
Cynthia Martins – Professora da Universidade Federal do Estado do Maranhão
14h – 17h
Painel 2: A proteção e promoção das criações artísticas, dos bens culturais e dos registros da memória das comunidades quilombolas.
Painelistas:
Marta Porto – Secretária da Diversidade e da Cidadania Cultural
Sérgio Mamberti – Secretário de Políticas Culturais/MinC
Ilka Boa Ventura Leite – Doutora em Antropologia, Professora da Universidade Federal de Santa Catarina e Coordenadora do Núcleo de Estudos sobre Identidades em Relações Interétnicas

Dia 15/09/2011
9h – 12h
Painel 3: O desenvolvimento da economia da cultura em comunidades quilombolas.
Painelistas:
Cláudia Leitão – Secretária da Economia Criativa/MinC
Henilton Parente de Menezes – Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura/MinC
Mário Theodoro – Secretário Executivo da SEPPIR/PR
14h – 17h
Painel 4: O financiamento, a descentralização e a implementação de políticas públicas culturais para as comunidades quilombolas com participação e controle social.
Painelistas:
Bernardo Machado – Diretor de Programas Integrados da Secretaria de Articulação
Institucional / MinC
Albino Rubim – Secretário de Cultura do Estado da Bahia
Aniceto Catanhede Filho – Doutor em Antropologia e Professor da Universidade Federal do Maranhão

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Coletiva Escola Classe 33 de Ceilândia









Mais uma vez a EC 33 de Ceilândia sai na frente na luta para desenvolver projeto na área das relações étnico-raciais. Fiz uma breve fala com os professores dos dois turnos. Foram momentos muito ricos. Dia 01/09.

domingo, 28 de agosto de 2011

Sou aluno Especial do Mestrado na Faculdade de Educação - UNB

Estou dividino meu contentamento com vocês car@s leitor@s, pois vou cursar a prtir desta semana, uma dsicplina no Programa de Pós Graduação na Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, como aluno especial. É um primeiro passo importante para concretização da minha ida para o Mestrado. Obrigado a tod@s que torcem para mim.


AxÉ!

“Tecendo saberes: as relações étnico-raciais em sala de aula.” Coletiva 01/09/11

No dia 01/09 (quinta-feira) estarei realizando uma coletiva com os professores da Escola Classe 33 de Ceilândia. Uma oficina com algumas ideias e reflexões a cerca de se construir uma educação voltada para as relações étnicorraciais. Horários:

*Matutino: 09:00
*Verspertino: 14:00
*Local: EQNO 13/15 Ar. especial - Escola Classe 33 de Ceilândia.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Alunos aprendem sobre a culinária brasileira de origem africana.26/08

6-Quindim (Palavra de origem africana que significa dengo, encanto)
Ingredientes
8 gemas
1 xícara ( chá ) de açúcar
1 xícara ( chá ) de coco fresco

Modo de Preparo:
Unte com manteiga e açúcar o fundo de 12 formas.
Numa tigela, junte o açúcar, o coco e as gemas e misture muito bem com uma espátula.
Despeje a massa nas formas.
Coloque em banho-maria no forno por uma hora.
Tire do forno e deixe esfriar.
Desenforme e sirva a seguir.

7-Banana Recheada com Carne Moída

Ingredientes:

3 bananas tipo terra maduras
3 fatias de queijo
sal a gosto
2 xícaras (chá) de carne moída

Preparo:
Lave a casca das bananas com uma escova e cozinhe no vapor até que estejam moles.
Adicione sal a gosto.
Corte as bananas, faça um corte no centro e retire um pouco da polpa para fazer um buraco, o qual será recheado com carne.
Coloque em uma forma untada e ponha o queijo por cima, deixe no fogo brando até derreter o queijo.

Dica:
O recheio pode ser de carne, atum, bacalhau ou apenas queijo.



Plenária de Ceilândia sobre A escola do Cerrado (Currículo)

No último dia 24/08 tive a oportunidade de participar da Plenária ceilandense para discussão do nosso novo currículo. Ao que tudo indica, muita coisa vai mudar na SEEDF, todos torcemos que para melhor. Acredito muito neste projeto, que tem como espinha dorsal, uma educação em direitos humanos. Em breve trago mais informações.


sábado, 20 de agosto de 2011

TODOS DEPENDEM DA BOCA (Conto Moçambicano)

 Certo dia, a boca, com ar vaidoso, perguntou:
- Embora o corpo seja um só, qual é o órgão mais importante?
Os olhos responderam:
- O órgão mais importante somos nós: observamos o que se passa e vemos as coisas.
- Somos nós, porque ouvimos – disseram os ouvidos.
- Estão enganados. Nós é que somos mais importantes porque agarramos as coisas, disseram as mãos.
Mas o coração também tomou a palavra:
- Então e eu? Eu é que sou importante: faço funcionar todo o corpo!
- E eu trago em mim os alimentos – interveio a barriga.
- Olha! Importante é aguentar todo o corpo como nós, as pernas, fazemos.

Estavam nisto, quando a mulher trouxe a massa, chamando-os para comer. Então os olhos viram a massa, o coração emocionou-se, a barriga esperou ficar farta, os ouvidos escutavam, as mãos podiam tirar bocados, as pernas andaram... mas a boca recusou comer. E continuou a recusar.
Por isso, todos os outros órgãos começaram a ficar sem forças...

Então a boca voltou a perguntar:
- Afinal qual é o órgão mais importante no corpo?
- És tu boca, responderam todos em coro. Tu é o nosso rei!


Nota : todos somos importantes e, para viver, temos de aprender a colaborar uns com os outros...

In "Eu conto, tu contas, ele conta... Estórias africanas", org. de Aldónio
Gomes, 1999

19/08 Alunos aprendem um pouco sobre a história de personagens negros da nossa história e sobre a riqueza dos provérbios africanos.




Quinta 19/08 Estive no Seminário do IPEA em Brasília


Os palestrantes Renísia Garcia (UNB) e o professor Rodrigo apresentaram suas pesquisas a cerca de como anda a implementação do artigo 26-A da LDB. Que trata da educação volatada para as relações étnico-raciais.

GUERRA SANTA” EM ESCOLA DA ASA NORTE - BRASÍLIA-DF

Orações antes das aulas levam pais a travar “guerra santa” em escola de Brasília
Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil
Brasília –  Uma “guerra santa” foi travada entre os pais das 180 crianças de 4 e 5 anos que estudam no Jardim de Infância da 404 Norte, na região central de Brasília. Uma oração feita pelos alunos diariamente, antes do início das aulas, é o principal motivo da discórdia. De um lado está um grupo de pais que pede a exclusão de referências religiosas das atividades escolares. Do outro, os que apoiam o ritual diário e consideram que a direção da escola está sendo perseguida.
A discussão teve início quando uma denúncia sobre o assunto foi encaminhada à Ouvidoria da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Todos os dias antes das aulas os alunos se reúnem no pátio da escola para o momento chamado de acolhida. Nessa hora, são estimulados a fazer uma “oração espontânea”, como define a diretora Rosimara Albuquerque. A cada dia, crianças de uma turma ficam responsáveis por fazer os agradecimentos a Deus ou ao “Papai do Céu”. “Pode agradecer pelo parquinho, pelos colegas. Mas houve um questionamento por parte dos pais para que fosse um momento de acolhida um pouco mais amplo já que algumas famílias não comungam dessa religião, que seria basicamente cristã”, conta Rosimara, que está à frente da escola há seis anos.
Para a radialista Eliane Carvalho, integrante da Associação de Pais e Mestres do colégio, a escola está ultrapassando os limites permitidos pela legislação. Ela e outros pais que protestam contra essas atividades se apoiam no princípio constitucional da laicidade para pedir que práticas de cunho religioso fiquem de fora do ambiente escolar. Além do momento da acolhida, ela conta que notou outros sinais de violação, a partir de informações que o filho de 4 anos levava para casa.
“Não posso dizer que existem dentro da sala de aula práticas religiosas. Mas meu filho não aprendeu em casa a orar em nome de Jesus. Um dia ele me disse que o telefone para falar com Jesus era dobrar o joelho no chão”, relata Eliane.
Em resposta à denúncia, um grupo maior de pais organizou um abaixo-assinado a favor da escola e da oração no início das aulas. Alguns alegam que a diretora está sendo perseguida por ser católica e atuante em grupos religiosos. “A forma como eles [professores e direção] estão atuando não é nada abusiva ou direcionada a uma crença específica. Eles colocam a palavra de Deus, como entidade superior, e agradecem à família. São só coisas boas, frutos bons. Quem está incomodado é uma minoria”, defende Thiago Meirelles, que é católico e pai de um aluno.
Para Carolina Castro, mãe de outro estudante, a intenção da escola é positiva e busca a socialização. “Não acho que eles estejam tratando de religião em si, mas passando uma noção de agradecimento do que é precioso na vida. Não acho que isso seja ensino religioso”, diz.
Eliane Carvalho lamenta que a discussão tenha ficado polarizada. “Não é uma discussão pessoal, mas de currículo. O grupo que fez o abaixo-assinado passou a nos ver como perseguidores de cristãos, hoje somos vistos como pessoas absurdas que não querem a palavra de Deus na escola. Todos têm o direito de fazer suas orações, mas eu questiono o fato de a escola aceitar uma prática que, para mim, se configura em arrebanhar fiéis”, diz.
O momento da acolhida é feito há 40 anos, desde que a escola foi fundada, e é comum também em outros colégios da rede. Na última semana a reza foi substituída por cantigas de roda e outras atividades. “Aí, sim, parecia uma escola, antes parecia uma igreja. Como pai que tem a obrigação de dar uma orientação religiosa à filha, não posso permitir que haja divergência. O mais triste é que, apesar de essas pessoas dizerem que estão pregando o amor e o respeito, elas não têm respeito nenhum pela minha liberdade de que não haja essa interferência [religiosa]”, diz Mafá Nogueira, pai de uma aluna.
Para resolver o problema, a escola vai convocar reuniões com pais, professores, funcionários e representantes da Secretaria de Educação. “Vamos discutir como a gente pode abordar a pluralidade e a diversidade sem agredir ninguém e que todos possam sair satisfeitos. Mas essa polêmica é salutar porque, na medida em que a gente ouve questionamentos de pais que pensam diferente, isso é saudável para o crescimento. Podemos adotar uma postura diferente, estruturada no que a comunidade pensa”, avalia a diretora Rosimara, que usava no pescoço um cordão com um crucifixo enquanto conversava com a reportagem da Agência Brasil.
A Secretaria de Educação do Distrito Federal informou que desconhece problemas semelhantes em outras escolas da rede e reiterou que orienta as unidades a seguir a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que veda qualquer prática proselitista no ambiente escolar.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Curso à distância ofertado pela UFG - Pólo Anápolis

Curso sobre as relações étnicorraciais, muito interessante ofertado pela UFG, senão me engando acontecerão 02 encontros presenciias, em Anápolis. O link para inscrição: http://mercurio2.ciar.ufg.br:8080/Bridge/index.jsp?conteudo=inscricoes

domingo, 14 de agosto de 2011

Seminário Disc: “Educação das Relações Étnico-raciais – Implementação e a efetivação das diretrizes curriculares nacionais”

Palestrantes: Renísia Cristina Garcia Felice – Grupo de pesquisa em Educação e Políticas Públicas: Gênero, Raça/etnia e Juventude - Geraju - FE/UnB. Membro do Fórum de Diversidade e Educação das Relações Étnicorraciais do Distrito Federal e da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros/as(ABPN) e Rodrigo Ednilson de Jesus - Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mururi e UFMG/FE
Dia: 18/08 (quinta)
Horário: das 14h às 18h
Local: Auditório 16º andar – SBS, Qd 1, Bl J. Edifício Ipea/BNDES, Brasília (DF)
Informações: Marta Holanda Lobo (
marta.lobo@ipea.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )
Telefone: (61) 3315-5206
Realização: Disoc (Diretoria de Estudos e Políticas Sociais)
Obs: Videoconferência para 16º andar do Ipea (representação no Rio de Janeiro)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Seminário Internacional "Formação de Professores: Tendências e Desafios"

Acontece em setembro na UCB Seminário sobre formação de professores
Seminário Internacional Participe do Seminário Internacional "Formação de Professores: Tendências e Desafios" que acontecerá no dia 1º de setembro na Universidade Católica de Brasília.

O Seminário é uma iniciativa do Programa de Pós-graduação em Educação da UCB e já tem a presença confirmada dos seguintes palestrantes: Profa. Dra. Ilma Passos Alencastro Veiga (UnB);  Profa. Dra. Denise de Souza Fleith (UnB); Prof. Dr. Juan Carlos Crespo López de Castilla (Pontifícia Universidade Católica do Peru); Profa. Dra. Vera Maria Nigro de Souza Placco (PUC/SP); Profa. Dra. Clarilza Prado Souza (Forpred); Profa. Dra. Adelaide Alves Dias (Universidade Federal da Paraíba); Profa. Dra. Claisy Maria Marinho Araújo (UnB).

Em breve publicaremos programação completa do evento. Para inscrever-se, basta enviar um e.mail para o seguinte endereço: marthap@ucb.br, informando nome completo e afiliação institucional.

Evento: Seminário Internacional "Formação de Professores: Tendências e Desafios"
Data: 1º. de setembro de 2011
Horário: 8h às 12h e 14h às 18h
Local: Auditório do Campus II da UCB

II SEMINÁRIO IFÁ AJE DE CULTURA NEGRA

Evento Cultural com apresentação poética-musical, palestra e lançamento de livro. Entrada franca, vagas limitadas. INSCREVA-SE.

II SEMINÁRIO IFÁ AJE DE CULTURA NEGRA

INFORMAÇÕES

Data Inicio: 13/08/2011
Data Fim: 13/08/2011
Horário: 13h
Local: Museu Nacional da República
Investimento: Gratuito