quinta-feira, 27 de junho de 2013

IFB divulga edital para seleção de professor temporário para o Campus Estrutural


Atenção, abrir em uma nova janela.PDFImprimirE-mail
O Instituto Federal de Brasília (IFB) divulgou nesta segunda-feira, 12 de março, o edital do processo seletivo simplificado que selecionará professores temporários para atuarem no Campus Estrutural do IFB. Estão sendo oferecidas 15 vagas no total, distribuídas nas áreas de Gestão, Pedagogia, Informática, Inglês, Espanhol, Português, Matemática e Mecânica Automotiva (Veja no final da matéria o quadro completo das vagas).

Os interessados devem se inscrever até o dia 19 de março (de segunda a sexta-feira), das 9h às 11h30 e das 14h30 às 17h, presencialmente, no Protocolo do prédio da reitoria do IFB - 610 Norte, Via L2 Norte. Asa Norte. As inscrições, para este processo, são gratuitas.

A seleção será realizada em duas etapas: análise curricular (classificatória) e entrevista (classificatória e eliminatória). A duração prevista do contrato é de 12 meses, podendo ser prorrogado por, no máximo, mais 12 meses. A remuneração será de R$ 2.434,33 para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Mais informações pelo telefone: (61) 2103-2154.

Acesse aqui o edital completo da seleção simplificada.

Quadro de vagas:

Área de Atuação
Vagas
Requisitos exigidos
Gestão
3
Diploma devidamente registrado de Bacharel em Administração, Bacharel em Economia ou Tecnólogo em Gestão
Pedagogia
1
Diploma devidamente registrado de Licenciatura em Pedagogia
Informática
2
Diploma devidamente registrado de Licenciatura em Informática; ou Bacharel em Ciências da Computação ou Sistema da Informação
Inglês
1
Diploma devidamente registrado de licenciatura em Letras - inglês
Espanhol
1
Diploma devidamente registrado de licenciatura em Letras- Espanhol
Português
1
Diploma devidamente registrado de licenciatura em Letras- Português
Matemática
1
Diploma devidamente registrado de licenciatura em Matemática
Mecânica Automotiva
5
Diploma devidamente registrado de bacharel, licenciatura ou tecnólogo em qualquer área de formação e experiência comprovada na área de mecânica automotiva de no mínimo um ano.

Anexos:
58 Kb
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domingo, 23 de junho de 2013

Pós-Graduação em Educação Infantil com Ênfase em Alfabetização e Letramento

O curso destina-se a todos os profissionais de educação que desejam ter conhecimentos relacionados a Educação Infantil e Alfabetização e Letramento.

Será uma oportunidade de discutirmos propostas nesta área.
Peço que divulguem a todos os profissionais de sua escola, encaminhei também o cartaz de divulgação do curso via Regional de Ensino, peço que colem na sala dos professores.
INÍCIO: MATRÍCULAS ABERTAS
LOCAL DO CURSO: Escola Classe 33 - Setor "o"


HORÁRIO DAS AULAS: 19H30 AS 22H 30 ( um encontro semanal )

INSCRIÇÃO NA AVENIDA CENTRAL BLOCO 372- NÚCLEO BANDEIRANTE.

HORÁRIO: 9H AS 17 H.

INVESTIMENTO: MATRÍCULA R$ 100,00 + 17 X 120,00 .

PROFESSORES: Prof. Dr. em Psicologia(UnB ) Marcelo Porto ( LIVROS PUBLICADOS: Educação Inclusiva e Fenômeno Bullying e outros )
Prof. MsC em Educação ( Católica de BsB ) Flávio Kalile,
Profª Doutoranda em Linguistica (UnB ) ZENAIDE DIAS ( lIVRO PUBLICADO: LINGUISTICA)
Prof. Dr. em Sociologia( UnB ) José Soares ( LIVROS PUBLICADOS: O Sindicalismo no ABC Paulista e outros ), Prof. MsC Francisco Thiago/UnB ( Educação e Especialista em História Afro-Brasileira,com vários artigos publicados ).
Conceição Madeiro
3964-5688/9211-8313
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INSTITUTO DE EDUCAÇÃO ETHIKOS
www.ethikoseducar.com.br

terça-feira, 18 de junho de 2013

Inscrições abertas para mestrado em matemática

17/06/2013 - 16h36


A Sociedade Brasileira de Matemática abre as inscrições para o Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat). Para 2014, 1.500 mil vagas serão disponibilizadas para os estados e Distrito Federal. O programa conta com bolsas Capes para professores e professoras de matemática da rede pública de ensino básico, e vinte por cento das vagas serão abertas para a sociedade. As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de julho no site http://www.profmat-sbm.org.br/..


Fonte: http://www.sinprodf.org.br/inscricoes-abertas-para-mestrado-em-matematica/
 

domingo, 16 de junho de 2013

Regulamentação da educação domiciliar divide opiniões entre especialistas

Câmara dos Deputados promoveu audiência pública nesta quarta

Publicação: 12/06/2013 17:58 Atualização: 12/06/2013 20:17

Calebe Maia, 14, pediu ao pai para sair da escola. (Pedro mesquita/ Especial CB/D.A Press)
Calebe Maia, 14, pediu ao pai para sair da escola.
A comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados promoveu, nesta quarta-feira (12/6), audiência pública para debater a educação domiciliar. O Projeto de Lei 3.179 de 2012 regulamenta esse modelo de ensino no país. A prática já é regulamentada em 63 países. No Brasil, segundo dados da Associação Nacional de Educação Participativa (Aned), aproximadamente 800 famílias aderirama esse tipo de educação.

O professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) Remi Castioni acredita que podem surgir problemas caso haja uma sobreposição dos dois sistemas, o novo formato e o modelo tradicional. “Não se pode criar um modelo que vá de encontro à escola, pois serão enfrentadas muitas outras dificuldades", opinou.

O sociólogo André Holanda apresentou dados sobre uma pesquisa feita por ele em que mostra aspectos da educação domiciliar no Brasil. A análise ouviu 62 pais e educadores e 117 estudantes. Entre as informações estão o gasto médio por mês por aluno, que é de R$ 183,67. O fato que mais motivou os pais a adotarem o modelo foi a possibilidade de fornecer um ensino melhor que o do ambiente escolar.

Para a doutora em educação Elisângela Treméa o maior problema enfrentado na implantação da prática é a fiscalização. “Nós temos que encontrar uma forma de acompanhar esse modelo. Alguns pais simplesmente vão querer tirar os filhos da escola e isso não pode acontecer”, afirmou. Ela citou outras desvantagens como o não convívio com “as diferenças” e o acautelamento.

Hoje, alguns dos pais que usam da educação domiciliar enfrentam processos judiciais. “Eu fui acusado de abandono intelectual. Meus filhos foram levados para o juiz, ele viu os resultados e, como não há uma acusação formal, fui condenado por retirar meus filhos da escola”, conta o empresário Gilmar Carvalho.

O filho de Gilberto, Calebe Maia, 14 anos, foi educado durante alguns anos em casa e, para ele, o entendimento dos assuntos foi bem melhor. “Na escola há muita bagunça, eu consigo aprender muito mais em casa. Eu tinha pedido ao meu pai para sair da escola, nós conhecemos algumas famílias que usam o ensino domiciliar e eu gostei”, explica.

Segundo o diretor jurídico da Associação Nacional de Educação Domiciliar (Aned), Alexandre Magno, o órgão teve conhecimento de seis famílias processadas e uma condenada. A dica que ele dá aos adeptos do modelo é de que sejam receptivos, expliquem a situação aos conselhos tutelares e que levem os filhos para fazer provas de conhecimento como o Enem, pois assim podem ser comprovados os resultados do estudo domiciliar. Ainda de acordo com Magno,  esse direito já é reconhecido por convenções internacionais de que o Brasil é signatário.
Fonte:  http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/ensino_educacaobasica/2013/06/12/ensino_educacaobasica_interna,371087/regulamentacao-da-educacao-domiciliar-divide-opinioes-entre-especialistas.shtml

segunda-feira, 10 de junho de 2013

CURSO: TGD -Transtorno global do desenvolvimento- 300 h

INÍCIO: imediato !!

LOCAL DE FUNCIONAMENTO DO CURSO: Avenida Central, Bloco 372-Núcleo Bandeirante

HORÁRIO DAS AULAS:
8 h às 12 h  ( um encontro quinzenal )

INVESTIMENTO:
R$ 4 x 90,00 ( desconto especial para professores da SEEDF e ex aluno )

PROFESSOR: Marcos Rodrigues e Regiane Rocha( Especialistas em Educação Especial e Inclusiva, com 10 anos de experiência em Ensino Especial e Inclusivo na SEEDF).
INFORMAÇÕES: 39645-5688 / 9211-8313 –

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO ETHIKOS
PROCESSO DE CREDENCIAMENTO Nº 0080-008565/2010, NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO DF.

www.ethikoseducar.com.br

Câmara aprova criação do Dia Nacional da Matemática

07/06/2013 - 10h42


O Plenário aprovou nesta quarta-feira (5) emenda do Senado ao Projeto de Lei 3482/04, da ex-deputada Professora Raquel Teixeira, que cria o Dia Nacional da Matemática, a ser comemorado em 6 de maio. A matéria será enviada à sanção presidencial.
A data marca o nascimento do matemático, educador e escritor brasileiro Malba Tahan (1895-1974). Seu livro mais famoso é O Homem que Calculava.
A emenda do Senado retira dos ministérios da Educação e da Cultura a atribuição remetida ao Poder Executivo de incentivar a promoção de atividades educativas e culturais alusivas à data.
Pseudônimo árabe
Malba Tahan é o pseudônimo de Júlio César de Mello e Souza, que nasceu em dia 6 de maio de 1895 na cidade de Queluz (SP).
Ele foi crítico do ensino exclusivamente expositivo e criou uma didática própria até hoje viva e respeitada.
Para lançar-se como escritor, Mello e Souza resolveu criar uma figura exótica e estrangeira e fazer-se passar como tradutor dos seus contos e livros. O nome Malba Tahan foi escolhido devido à sua paixão pela cultura árabe, cuja língua estudou e que tem tradição na matemática.
Fonte: Agência Câmara

quarta-feira, 5 de junho de 2013

RESENHA PUBLICADA: RELEMBRANDO

THE HELP”: Um grito de socorro pela igualdade racial

- Ficha Técnica:
- Título: “The Help” (Histórias Cruzadas)
- Ano/ País de Produção: 2011/ Estados Unidos
- Diretor: Tate Taylor

Assistindo ao filme “Histórias Cruzadas” (EUA - 2011), percebei o quão ainda precisamos lutar ideologicamente para que nosso país, e por que não o mundo, se torne um espaço de verdadeiras oportunidades iguais para todos que pertençam a  raça humana, biologicamente falando. Mas sócio-historicamente subdividida em duas categorias: os que nasceram brancos, livres, senhores e os que nasceram negros, o que neste país, equivocadamente é sinônimo de escravo, subalterno, não-educado, somente empregado.
A película é baseada no Best-seller “The Help” da escritora norte-americana Kathryn Stockett. Aqui no Brasil a obra foi traduzida como “A resposta” e publicada no início de 2011 pela editora Bertrand Brasil.
O romance é ambientado nos anos 60, na cidade de Jackson no estado do Mississipi, sul dos Estados Unidos. Uma jovem e recém formada jornalista, decide escrever um livro, que retratasse a visão das empregadas domésticas afro-americanas, que cuidavam dos filhos de uma das sociedades mais racializadas e racistas dos EUA.
Ao longo do filme, histórias são vividas e contadas sob a ótica das empregadas negras, que eram veladas até de utilizar o mesmo banheiro que seus patrões. É bem verdade, que historicamente, tais atitudes eram sustentadas por “Manuais de Conduta”. Nesses livros, de lei eram expressas as punições para qualquer cidadão ou cidadã que provocasse discussão ou tentativa de igualar racialmente a sociedade estadunidense daquele período.  Outro filme que retratou a sociedade racista do Mississipi, foi “Mississipi em Chamas” (EUA -  1988), ao associar os atos racistas de extrema violência, como assassinatos, à ordem Ku Klux Klan, não é o caso me estender nessa história.
O roteiro é sensível, ao ilustrar, como uma sociedade de elite, branca e protestante, pode esconder tanto preconceito, em verdade as cenas do filme demonstram que o racismo é praticado, explicitamente.
E o que isso tem a ver com o Brasil? Muitos ainda vivem sob a explicação do “mito da democracia racial”[1], para mascarar os variados tipos de racismo, os quais a população negra ainda vivencia em seu cotidiano.Nas palavras de Regina Leite Garcia: (1995, 117) “Ser trabalhador euro-brasileiro, do sexo masculino, é diferente de ser trabalhadora afro-brasileira, do sexo feminino.”
Autoras como Eliane Cavalleiro (2000), Renísia Garcia (2011), Nilma Lino Gomes (2008), Petronília Gonçalves e Silva (1996), já explicitaram em suas pesquisas, a necessidade que a população afro-desendente, em especial as mulheres, têm em se igualar em oportunidades de acesso a instrução de qualidade, consequentemente a melhores postos de trabalho. Ações Afirmativas  do governo como as Cotas Raciais e mesmo a lei 10.639/2003[2] foram marcos na luta anti-racista,  que por tantos anos foi bradada e liderada pelos movimentos negros.
Entendo que para o combate das praticas de discriminação racial em nossa nação, a educação apareça como mecanismo essencial e basilar para a construção verdadeira de uma democracia racial, que oportunize na prática igualdade de tratamento e de oportunidades para cada cidadão brasileiro, independente da etnia. Como defendi anteriormente (SILVA, 2011) :”é necessário que se construa, como possibilidade real, uma escola que se apresente como instituição social vocacionada pela promoção de uma educação democrática, plural e anti-racista.”
Ainda estamos longe disso, mas histórias como a do Mississipi, devem servir de inspiração para que tantos estudiosos, pesquisadores e principalmente, professores desenvolvam seu fazer pedagógico, voltado para o anti-racismo. Assim, cada estudante que se sinta silenciado possa ter a oportunidade de dar o seu grito de socorro, e ser ouvido, como as mulheres negras, empregadas domésticas, que fizeram do seu cotidiano, racializado e discriminatório, como combustível na luta pela igualdade racial.
*Referências Consultadas:
-  GARCIA, Regina Leite. Currículo Emancipatório e Multiculturalismo: reflexões de viagem. IN: MOREIRA, Antônio Flávio e SILVA, Tomaz Tadeu da. Territórios Contestados. Petrópolis – RJ: vozes, 1995.
- SILVA, Francisco Thiago. Currículo e Diversidade: propostas para uma educação antirracista nos anos iniciais. IN: Revista Brasileira de Educação e Cultura, n. 4, p. 34-44, julho-dezembro, São Gotardo: 2011.


[1] Sobre a teoria da democracia racial, defendida por Gilberto Freyre em sua clássica obra: “Casa Grande e senzala” (1933).
[2] Lei que acrescentou o Artigo 26-A da LDB (9394/96), e que tornou obrigatório o ensino de história e cultura africana e afro-brasileiras em todas as escolas de educação básica do http://periodicos.cesg.edu.br/index.php/educacaoecultura/article/view/61/75Brasil.  

LEI Nº 12.796, DE 4 DE ABRIL DE 2013 - Educação Infantil


Mensagem de veto
Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre a formação dos profissionais da educação e dar outras providências.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o  A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 3o ...........................................................................
.............................................................................................. 
XII - consideração com a diversidade étnico-racial.” (NR) 
“Art. 4o  .......................................................................... 
I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma: 
a) pré-escola; 
b) ensino fundamental; 
c) ensino médio; 
II - educação infantil gratuita às crianças de até 5 (cinco) anos de idade; 
III - atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino; 
IV - acesso público e gratuito aos ensinos fundamental e médio para todos os que não os concluíram na idade própria;
.............................................................................................. 
VIII - atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde;
....................................................................................” (NR) 
“Art. 5º  O acesso à educação básica obrigatória é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída e, ainda, o Ministério Público, acionar o poder público para exigi-lo. 
§ 1o  O poder público, na esfera de sua competência federativa, deverá: 
I - recensear anualmente as crianças e adolescentes em idade escolar, bem como os jovens e adultos que não concluíram a educação básica;
....................................................................................” (NR) 
“Art. 6º  É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de idade.” (NR) 
“Art. 26.  Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.
...................................................................................” (NR) 
“Art. 29.  A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.” (NR) 
“Art. 30.  ........................................................................
.............................................................................................. 
II - pré-escolas, para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade.” (NR) 
“Art. 31.  A educação infantil será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: 
I - avaliação mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental; 
II - carga horária mínima anual de 800 (oitocentas) horas, distribuída por um mínimo de 200 (duzentos) dias de trabalho educacional; 
III - atendimento à criança de, no mínimo, 4 (quatro) horas diárias para o turno parcial e de 7 (sete) horas para a jornada integral; 
IV - controle de frequência pela instituição de educação pré-escolar, exigida a frequência mínima de 60% (sessenta por cento) do total de horas; 
V - expedição de documentação que permita atestar os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança.” (NR) 
“Art. 58.  Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
...................................................................................” (NR) 
“Art. 59.  Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação:
...................................................................................” (NR) 
“Art. 60.  ....................................................................... 
Parágrafo único.  O poder público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na própria rede pública regular de ensino, independentemente do apoio às instituições previstas neste artigo.” (NR) 
“Art. 62.  A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos 5 (cinco) primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio na modalidade normal.
.............................................................................................. 
§ 4º  A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios adotarão mecanismos facilitadores de acesso e permanência em cursos de formação de docentes em nível superior para atuar na educação básica pública. 
§ 5o  A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios incentivarão a formação de profissionais do magistério para atuar na educação básica pública mediante programa institucional de bolsa de iniciação à docência a estudantes matriculados em cursos de licenciatura, de graduação plena, nas instituições de educação superior. 
§ 6o  O Ministério da Educação poderá estabelecer nota mínima em exame nacional aplicado aos concluintes do ensino médio como pré-requisito para o ingresso em cursos de graduação para formação de docentes, ouvido o Conselho Nacional de Educação - CNE. 
§ 7o  (VETADO).” (NR) 
“Art. 62-A.  A formação dos profissionais a que se refere o inciso III do art. 61 far-se-á por meio de cursos de conteúdo técnico-pedagógico, em nível médio ou superior, incluindo habilitações tecnológicas. 
Parágrafo único.  Garantir-se-á formação continuada para os profissionais a que se refere o caput, no local de trabalho ou em instituições de educação básica e superior, incluindo cursos de educação profissional, cursos superiores de graduação plena ou tecnológicos e de pós-graduação.” 
“Art. 67.  ........................................................................
.............................................................................................. 
§ 3º  A União prestará assistência técnica aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios na elaboração de concursos públicos para provimento de cargos dos profissionais da educação.” (NR) 
“Art. 87.  .......................................................................
.............................................................................................. 
§ 2º  (Revogado). 
§ 3o  ............................................................................... 
I - (revogado);
.............................................................................................. 
§ 4º  (Revogado).
...................................................................................” (NR) 
“Art. 87-A.  (VETADO).” 
Art. 2o  Revogam-se o § 2º, o inciso I do § 3º e o § 4o do art. 87 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
Art. 3o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 4 de abril de 2013; 192o da Independência e 125o da República.
DILMA ROUSSEFF
Aloizio Mercadante
Este texto não substitui o publicado no DOU de 5.4.2013
fonte
http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12796.htm

Novidades em Alfabetização e Educação Infantil : PNAIC



Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – PNAIC foi implementado no início desse ano. Para garantir a alfabetização de todas as crianças até os oito anos de idade, o governo federal aportará incentivos financeiros e assistência técnica e pedagógica, visando formar 360 mil professores alfabetizadores até 2015. “A iniciativa do Ministério da Educação partiu dos dados levantados pelo Censo 2010. Ao todo, são 15,2% as crianças brasileiras em idade escolar que não sabem ler, nem escrever”, explicou a professora da Secretaria de Educação Básica – SEB/MEC, Clélia Mara dos Santos, durante o IV Encontro Nacional de Lideranças da Mobilização Social pela Educação.
O objetivo do MEC, segundo Santos, é que 100% das crianças brasileiras estejam plenamente alfabetizadas. “E não estamos falando de apenas saber ler e escrever, mas também de saber interpretar textos e fazer contas”, afirmou. “Para isso, o trabalho irá além do governo. É preciso criar um pacto entre sociedade, família, escola e governantes.”
Mais de 5.300 municípios brasileiros aderiram ao PNAIC. Já em dezembro do ano passado, uma parte destas cidades começaram as ações do pacto. “A ideia é que os estados brasileiros deem o apoio necessário aos seus municípios, especialmente os que têm mais dificuldade”, disse.
Eixos de atuação
A primeira ação do PNAIC é a formação continuada de professores alfabetizadores e de orientadores de estudo. O MEC dará um curso presencial de dois anos para professores alfabetizadores, com carga horária de 120 horas por ano, baseado no Programa Pró-Letramento. Os encontros com os educadores serão conduzidos pelos orientadores de estudo.
“Os orientadores de estudo são professores das redes municipal e estadual, que farão um curso específico, com 200 horas de duração por ano, ministrado por universidades públicas. Os municípios tiveram que informar ao MEC quem são os educadores da região com formação em pedagogia e experiência com os anos iniciais do ensino fundamental. Eles serão o foco de atuação do pacto”, explicou Santos. Segundo a professora, o grande diferencial dessa ação é que o curso ocorrerá dentro de cada município, no próprio ambiente de trabalho do profissional.
O segundo eixo trabalhado pelo pacto é a distribuição de materiais didáticos voltados para a alfabetização. “O MEC distribuirá 60 milhões de livros didáticos para os três primeiros anos do ensino fundamental, por meio do Programa Nacional do Livro Didático – PNLD. Além dos livros, também serão disponibilizados jogos pedagógicos”, disse Santos.
Para avaliar os resultados do PNAIC, o Ministério se baseará nos resultados colhidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep, por meio do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb. Este eixo reúne três componentes principais: avaliações processuais, debatidas durante o curso de formação, que podem ser desenvolvidas e realizadas pelo professor junto com os alunos; disponibilização de um sistema informatizado no qual os professores deverão inserir os resultados da Provinha Brasil de cada criança, no início e no final do 2º ano; e aplicação, para os alunos concluintes do 3º ano, de uma avaliação externa universal, visando medir o nível de alfabetização alcançado ao final do ciclo.
“A avaliação é a fotografia que nos faz repensar o que estamos fazendo e o que podemos melhorar, quais caminhos seguir para que o aluno chegue no 3º ano do ensino fundamental com todos os requisitos completos de alfabetização”, afirmou Santos.
O quarto eixo de atuação do PNAIC é a atuação da frente de mobilização social pela Educação. “O MEC trabalhará com um comitê gestor nacional, uma coordenação estadual e outra municipal. A ideia é monitorar as ações do pacto, apoiando e assegurando a implementação de várias etapas do programa, por meio de encontros e fóruns”, explicou. Por fim, o Ministério dará ênfase ao fortalecimento dos conselhos de educação, dos conselhos escolares e de outras instâncias comprometidas com a Educação nos estados e municípios.
Investimento
O governo federal investirá R$ 1,5 bilhão em 2013 e R$ 1,8 bilhão em 2014. Para os cursos de formação, por ano, o investimento será de R$ 925 milhões. R$ 300 milhões irão para o fornecimento de material didático e R$ 40 milhões para as avaliações. Os encontros e fóruns voltados aos mobilizadores sociais receberão o montante de R$ 50 milhões. “Nosso maior compromisso é garantir que, juntos, possamos atuar como peças fundamentais na melhoria da Educação”, concluiu Santos.

 

 

 http://noticias.ufsc.br/files/2013/02/programa_pacto.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 


terça-feira, 4 de junho de 2013

Abertas inscrições de propostas de simpósios temáticos para o II SERNEGRA

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Foi aberto, nesta segunda-feira, 3 de junho, o prazo para inscrições de propostas de simpósios temáticos para o Seminário de Reflexões sobre Negritude, Gênero e Raça do Instituto Federal de Brasília (IFB), que ocorrerá nos dias 18, 19 e 20 de novembro de 2013, dentro do II SERNEGRA.

Para inscrição de proposta de Simpósio Temático (ST), é necessário que o interessado preencha, até o dia 26 de julho, o formulário online. Cada simpósio poderá ter até dois proponentes que, caso a proposta seja aceita, serão os coordenadores do ST. As inscrições são gratuitas e, como requisito, é necessário que os proponentes tenham, no mínimo, título de mestrado.

Além do Seminário, a II SERNEGRA contará com cursos de extensão, oficinas de Hip Hop, Rap e Percussão, uma intensa programação cultural e com mesas redondas e debates a serem ainda definidos. A II SERNEGRA ocorrerá nos campi Brasília e Taguatinga do IFB.


Organização

O evento SERNEGRA é organizado pelo Grupo de Estudos Culturais sobre Classe, Gênero e Raça com o apoio do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas, do Campus Brasília, do Núcleo de Comunicação Social, da Pró-Reitoria de Extensão e da Pró-Reitoria e Ensino do IFB.

Clique aqui e acesse o cronograma e a programação prévia do evento.

Para maiores informações enviem um e-mail para sernegra@ifb.edu.br.

Fonte:  http://www.ifb.edu.br/brasilia/noticias/4831-abertas-inscricoes-de-propostas-de-simposios-tematicos-para-o-ii-sernegra

CURSO: TG D -Transtorno global do desenvolvimento- 300 h



INÍCIO: 08 DE JUNHO DE 2013

LOCAL DE FUNCIONAMENTO DO CURSO: Avenida Central, Bloco 372-Núcleo Bandeirante

HORÁRIO DAS AULAS: 8 h às 12 h00 ( um encontro quinzenal )

INVESTIMENTO: R$ 4 x 90,00 ( desconto especial para professores da SEEDF )

PROFESSOR: Marcos Rodrigues e Regiane Rocha( Especialistas em Educação Especial e Inclusiva, com 10 anos de experiência em Ensino Especial e Inclusivo na SEEDF).

INFORMAÇÕES: 39645-5688 / 9211-8313 –

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO ETHIKOS
PROCESSO DE CREDENCIAMENTO Nº 0080-008565/2010, NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO DF.
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sexta-feira, 31 de maio de 2013

A Universidade do futuro, o futuro da universidade


Palestrante: Prof. Dr. António Sampaio da Nóvoa
Professor Catedrático do Instituto de Educação
(Reitor da Universidade de Lisboa)

A Universidade do futuro,

o futuro da Universidade

Data: 06/06/2013 (quinta-feira)

Local: Auditório da Reitoria

Horário: 10h

Decanato de Ensino de Graduação - DEG

Universidade de Brasília - UnB

Contato: (61) 3107-0261

https://informe.unb.br/index.php/component/content/article/44-decanato-de-ensino-de-graduacao-deg/740-a-universidade-do-futuro,-o-futuro-da-universidade.html

II Congresso Ibero-americano de Estilos de Aprendizagem, Tecnologias e Inovações na Educação (II CIEATIE)

Estão abertas as inscrições para o referido congresso de 12 a 14 de novembro, com mini cursos no dia 11 de novembro de 2013. Acesse os linnk para informações.
Objetivos: promover encontro da comunidade acadêmica brasileira, latino-americana e européia e demais interessados na reflexão crítica, teórica e prática sobre os processos de aprendizagem, em sua diversidade de abordagens, presentes na Sociedade da Informação em que vivemos, para troca de estudos e pesquisas, em torno a três temas principais: Estilos de Aprendizagem; Tecnologias na Educação e Inovações na Educação, com eixos temáticos focalizando experiências na educação básica [educação infantil, ensino fundamental e médio, educação de jovens e adultos (EJA)], na educação inclusiva, na formação profissional, na educação superior e na formação de professores.

Visite nosso site: http://www.estilosaprendizagem2013unb.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/pages/II-Cieatie/206526656138848

terça-feira, 28 de maio de 2013

I Seminário de Dança, Educação e Diversidade IFB

É com imenso prazer que gostaríamos de lhe convidar a participar do I Seminário de Dança, Educação e Diversidade, a acontecer no Instituto Federal de Brasília nos dias 5, 6 e 7. 
Abaixo seguem informações sobre as inscrições para as oficinas e o cartaz com a programação completa do evento. Apenas as oficinas necessitam de inscrição prévia. 

Informações: Inscrição para oficinas
As inscrições para as oficinas serão realizadas pelo e-mail seminarioded@gmail.com. As oficinas são gratuitas e abertas à comunidade. As vagas são limitadas (conferir numero de vagas por oficina no quadro abaixo) e sujeitas à lotação por ordem de inscrição.
         

Para realizar as inscrições, responda o seguinte questionário e envie para o e-mail acima:

Nome completo:
Você tem alguma deficiência? Se sim, qual?
Você é estudante do IFB? Se sim, qual curso e período?
CPF:
RG:
Telefone:

domingo, 26 de maio de 2013

VIII COLÓQUIO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES E DOCÊNCIA UNIVERSITÁRIA



Dia: 07 de junho de 2013
Local: Sala dos Papirus FE/UnB
Horário: 9h às 12h e das 14h30 às 17h30

Objetivos:
- Analisar e discutir a produção acadêmica de pós-doutoramento.
- Analisar e problematizar a educação sobre quatro pilares como uma nova pedagogia a favor da velha ordem.

PROGRAMAÇÃO
Abertura
9h
- Profa Dra Carmenisia Jacobina Aires Gomes – Diretora da FE/UnB
- Prof Dr Bernardo Kipnis – Coordenador do Programa de Pós-Graduação da FE/UnB
- Profa Dra Ilma Passos Alencastro Veiga – UnB/UniCEUB
Coordenadora PRODOCÊNCIA
- Profa Dra Cleide Maria Quevedo Quixadá Viana - UnB
Coordenadora do MarxEduca

Mesa 1 – 9h30 às 10h30min

- Como ensinam os professores que pesquisam?
Profa Dra Maria Isabel Sabino de Farias
Coordenação da mesa:
Profa Dra Liliane Campos Machado (UnB)
Debate: 10hh30 às 12h

Mesa 2 – 14h30min às 17 15min

- A educação sobre quatro pilares: uma nova pedagogia em favor de uma velha ordem?
Profa Dra Susana Vasconcelos Jimenez – (UECE/UFC)
Coordenação da mesa:
Profa Dra Cleide Maria Quevedo Quixadá Viana - UnB

Lançamento dos livros:

SANTOS, Deribaldo; JIMENEZ, Susana; QUIXADÁ VIANA, Cleide Maria Quevedo; RABELO, Jackline (Orgs.). Educação pública, formação profissional e crise do capitalismo contemporâneo. Fortaleza: EdUECE, 2013.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Novas tramas para as técnicas de ensino e estudo. Campinas, SP: Papirus, 2013.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro; QUIXADÁ VIANA, Cleide Maria Quevedo; SILVA, Edileuza Fernandes da; BORGES, Lívia Fonseca; SOUZA, Maria Emília Gonzaga de; SOUZA, Maria Helena Viana de; GABIN, Neuza; FERNANDES, Rosana César Arruda. Universidade e desenvolvimento profissional docente: Propostas e debates. Araraquara: Junqueira&Marin, 2012.

Encerramento – 17h30h

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Brasil Cigano’ traz para Brasília discussões políticas e valorização da cultura cigana

Data: 15/05/2013
Evento marca o Dia Nacional do Cigano, comemorado em 24 de maio e é promovido pela SEPPIR e parceiros. Serão 300 participantes, representando 19 estados e o Distrito Federal, em acampamento montado na Granja do Torto. Programação inclui plenária, prestação de serviços, apresentações artísticas e outras atividades.
‘Brasil Cigano’ traz para Brasília discussões políticas e valorização da cultura cigana
Objetivo é fortalecer a organização e participação dos povos ciganos nas discussões sobre políticas públicas, valorizar e dar visibilidade à diversidade da sua cultura e ampliar a interlocução das lideranças tradicionais ciganas com o Estado brasileiro

Um grande acampamento montado no Distrito Federal. Essa é a expectativa do Brasil Cigano – I Semana Nacional dos Povos Ciganos, que acontece entre os dias 20 e 24 de maio, na Granja do Torto, reunindo cerca de 300 participantes, de povos de 19 estados e do Distrito Federal. O evento marca o Dia Nacional do Cigano, instituído por decreto assinado pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, em 25 de maio de 2006.

O evento tem como objetivo fortalecer a organização e a participação dos povos ciganos nas discussões sobre políticas públicas, valorizar e dar visibilidade à diversidade da sua cultura e ampliar a interlocução das lideranças tradicionais ciganas com o Estado brasileiro e, é voltado  aos povos ciganos, gestores públicos, estudantes e comunidade em geral.
Na programação constam a Plenária Nacional dos Povos Ciganos, parte da III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (III Conapir); a Conferência Livre da Cultura; oficinas de acesso às políticas públicas; prestação de serviços: emissão de cartão SUS, serviços de saúde, emissão de certidão de nascimento e carteira de identidade; apresentações de teatro, dança e música e; exposição fotográfica.
A atividade é promovida pelo Governo Federal, por meio da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), Ministério da Cultura, Secretaria de Direitos Humanos, Ministério da Educação e Ministério da Saúde e pelo Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial e da Secretaria de Cultura.
Participam da organização do Brasil Cigano as seguintes entidades: Associação Internacional da Cultura Romani (AICROM-Brasil/GO), 
Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK-Brasil/DF),  Associação Nacional das Etnias Ciganas (ANEC/GO), Associação de Preservação da Cultura Cigana (APRECI/PR), Centro de Estudos e Discussão Romani (CEDRO/SP), Grupo Leshjae Kumpanja/AL.  
Plenária - A Plenária Nacional dos Povos Ciganos acontece no dia 23, entre 9h e 18h, como etapa preparatória para a III Conapir, que acontece de 5 a 7 de novembro, em Brasília, com o tema Democracia e Desenvolvimento por um Brasil Afirmativo.

Serão eleitas trinta representações para participar da etapa nacional. A recomendação é de que entre os delegados eleitos, haja 50% de mulheres e 30% de jovens, além da garantia de representatividade da diversidade étnica e regional dos povos ciganos no Brasil.

Povos Ciganos – Estima-se que há mais de meio milhão de ciganos no Brasil. De acordo com dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC), do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2011 foram identificados 291 acampamentos desses povos, localizados em 21 Unidades da Federação. Os estados com maior concentração são: Minas Gerais (58), Bahia (53) e Goiás (38). Os municípios com 20 a 50 mil habitantes apresentam mais alta concentração de acampamentos. Desse universo de 291 municípios que declararam ter acampamentos ciganos em seu território, 40 prefeituras afirmaram que desenvolvem políticas públicas para o segmento, o que corresponde a 13,7% dos alojamentos.

O primeiro registro oficial da chegada de ciganos no Brasil data de 1574: um decreto do Governo português que deportava o cigano João Torres e sua esposa Angelina para terras brasileiras por cinco anos. Há presença de pelo menos três etnias ciganas no Brasil: Calon, Rom e Sinti, com línguas, culturas e costumes próprios.

Os Rom brasileiros pertencem principalmente aos sub-grupos Kalderash, Machwaia e Rudari, originários da Romênia; aos Horahané, oriundos da Turquia e da Grécia, e aos Lovara.  A eles se juntam os Calons, com grande expressão no Brasil e em todo o território nacional, oriundos da Espanha e Portugal. Os Sinti chegaram ao país principalmente após a 1ª e 2ª Guerra Mundiais, vindos da Alemanha e da França.

SEPPIR - A Secretaria de Promoção da Igualdade Social (SEPPIR), por meio da Secretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais, tem intensificado o diálogo com parceiros do Governo Federal para atendimento de políticas públicas específicas que garantam os direitos humanos, sociais e culturais dos povos ciganos.

Os principais parceiros dessa ação são Ministério da Cultura (MINC), Secretaria de Direitos Humanos (SDH), Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), Ministério da Justiça (MJ) e Ministério do Meio Ambiente (MMA). As principais demandas apresentadas pelos povos ciganos estão voltadas para as áreas de educação, saúde, registro civil, segurança, direitos humanos, transferência de renda e inclusão produtiva.

As ações da SEPPIR e parceiros são respaldadas por legislações como o Decreto n° 6.040, de 7 de fevereiro de 2007, que institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e  Comunidades Tradicionais, o que inclui os povos ciganos.

O objetivo do plano é promover o desenvolvimento sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, com ênfase no reconhecimento, fortalecimento e garantia dos seus direitos territoriais, sociais, ambientais, econômicos e culturais, com respeito e valorização à sua identidade, suas formas de organização e suas instituições.

De acordo com o documento, Povos e Comunidades Tradicionais são entendidos como grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição.

Estima-se que no Brasil existem 25 milhões de pessoas compondo os povos e comunidades tradicionais.

Outro documento é o Plano Plurianual (PPA 2012-2015) e o seu Programa Temático 2034, que trata sobre Enfrentamento ao Racismo e Promoção da Igualdade Racial e traz no objetivo 0986, de responsabilidade da SEPPIR, a missão de articular junto aos ministérios e demais órgãos governamentais o acesso de povos e comunidades tradicionais a serviços públicos e programas sociais.

PROGRAMAÇÃO
20 de maio
•    Montagem do acampamento cigano
•    Credenciamento

21 de maio
Manhã
8h – Café da manhã
10h – Solenidade de Abertura
        Hasteamento da bandeira cigana com intervenção artística.
Mesa de Abertura: Governo Federal, Governo do Distrito Federal e representações dos povos ciganos.
11h30 – Plenária: Apresentação da programação e dos objetivos da Semana Nacional dos Povos Ciganos. Coordenação: Sociedade Civil
12h30 às 14h – Almoço

Tarde
14h às 16h
Oficinas 'Acesso às Políticas Públicas
'
•    Educação para a diversidade: os povos ciganos (Ministério da Educação)
•    Busca Ativa e Cadastro Único para Programas Sociais (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome)
•    Mecanismos de Defesa dos Direitos Humanos: Disque Denúncia (Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Governo do Distrito Federal)
•    Autonomia no corpo e na vida (Governo do Distrito Federal)

16h às 16h30 - Intervalo
16h30 às 17h30Roda de Conversa com Lideranças dos Povos Ciganos

17h30 às 18h30
Painel  “Direitos dos povos ciganos no Brasil: entendendo o que é um Estatuto e a legislação existente”. Coordenação: AMSK - Associação Internacional Maylê Sara Kalí
18h30 às 20h – Plenária dos Povos Ciganos

22 de maio
9h às 18h -Conferência Livre de Cultura

23 de maio
9h às 18h - Plenária Nacional dos Povos Ciganos da III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial

24 de maio
Manhã
8h30 às 10h30
Oficinas 'Acesso às Políticas Públicas'
•    Saúde dos Povos Ciganos (AMSK- Associação Internacional Maylê Sara Kalí e Ministério da Saúde)
•    Cidadania e Direitos Humanos (Secretaria de Direitos Humanos, Ministério da Justiça, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial)
10h30 às 11h
•    Peça Teatral 'Lendas Ciganas', de Cláudio Iovanovitchi e Neiva Camargo
11h
Plenária: Fortalecimento do movimento cigano no Brasil.
Coordenação: Sociedade Civil.

12h30 às 14h30 – Almoço
Tarde
15h – Cerimônia de encerramento: Governo Federal, Governo do Distrito Federal e representações dos povos ciganos

16h30 – Show de encerramento - Grupo Leshjae Kumpanja (Alagoas), Grupo Sara Kali (Distrito Federal), Ciganos Caldarax de Aparecida de Goiânia (Goiás), Cigano e Ciganito (Goiás), Olhar Cigano (DF) e Kallons Musical Show (São Paulo).
Coordenação de Comunicação da SEPPIR

segunda-feira, 20 de maio de 2013

"PALESTRA INAUGURAL DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO: HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA"

PELO INSTITUTO ETHIKOS. Gratuita, a partir das 19h.Amanhã: 21/05. Tema da palestra: “Educação das Relações Étnico-Raciais: entraves e avanços .” Porfessor mestrando - FE/UnB Francisco Thiago Silva. — em Centro Educacional Gisno- ASA NORTE!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

CONVITE para o Ciclo de Estudos Educação, Modernidade e Pós-Modernidade

Universidade de Brasília
Faculdade de Educação
Programa de Pós-Graduação em Educação
CONVITE
Convidamos para a Conferência Educação, Modernidade e Pós-modernidade proferida pelo Professor Doutor Newton Duarte na Faculdade de Educação/UnB - sala Papirus, no prédio FE1 às 19h no dia 23 de maio de 2013.
Kátia Augusta Curado P. C. da Silva PPGE/FE
José Vieira de Sousa PPGE/FE
Marcelo Húngaro PPGE/EF
Maria Abádia da Silva PPGE/FE
_________________________________________________________________
GRUPOS DE PESQUISA
AVANTE - GEPFAPe - GEPAES - NUPEGE
FÓRUM DE POLÍTICAS PÚBLICAS - PPGE

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Especialização em: HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA


APRESENTAÇÃO
Departamento de Pós-Graduação e Pesquisa, Curso de História Afro-Brasileira e Africana.
O Curso de História Afro-Brasileira e Africana ,está estruturado de forma abrangente e em perfeita sintonia com Lei 10.639 e  a Resolução CÊS / CNE 01/2007 .
Os educandos ao cursarem o programa com (12) doze disciplinas, baseadas nos aspectos gerais e específicos, estarão desenvolvendo as competências e habilidades, visando à sua inserção no mercado de trabalho. A carga-horária total é de 430 h/a, sendo  que será cumprido em sala de aula efetivamente 360h, não computando as horas para confecção do TCC. O curso consiste de 10 (dez) disciplinas referentes aos Conhecimentos Específicos de História Afro-Brasileira e Africana e 02 (duas) de caráter geral, porém necessárias à elaboração do Trabalho,de “Conclusão de Curso ( Artigo ou Monografia), a qual será confeccionada estritamente de forma individual, e entregue em duas vias encadernadas ao final do curso,
OBJETIVO DO CURSO                                   
Capacitar e atualizar, em nível de Pós-Graduação, professores que trabalham com o ensino de História Afro-Brasileira e Africana e que desejam se especializar, bem como intentem a regência no ensino superior.Ainda, preparar em termos de desenvolvimento das competências e habilidades de cada componente curricular disposto na estrutura do curso.
ESTRUTURA DO CURSO
Para o educando envolvido no curso obter o título de ESPECIALISTA EM  HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA deverá cursar no mínimo trezentas e sessentas horas / aula (360 h/a), divididas em 12 módulos obrigatórios, acrescidos de Visitas Acadêmicas e Seminários e plantão de dúvidas, sempre visando ao aprimoramento do académico em toda sua compleição.

DISCIPLINAS
O Negro na Formação da Sociedade Nacional - Prof. Dr: José de Lima Soares/Instituição que conferiu o título/UnB –( PROF.  VOLUNTÁRIO)
Memórias e Valores e Tradições Africanas- Prof. Dr: Manoel Cardoso /Instituição que conferiu o título/UnB
Metodologia da Pesquisa- Prof. Dr: José de Lima Soares/Instituição que conferiu o título/UnB
Relações  Étnicos –Raciais e a Temática Afro-Brasileira em sala de aula- Prof. Mestrando  Otávio  Henrique Braz/Instituição que irá  conferir o título/UnB
Os movimentos Sociais  Negros no Brasil- Prof. Dr: José de Lima Soares/Instituição que conferiu o título/UnB
História e Cultura Afro-Brasileira- Profª Drª: Beatriz Calazans / Instituição que conferiu o título/Universidade da Madeira -Portugal
Literatura Afro-Brasileira e Africana- Prof. Esp Alexandre Nascimento Instituição que conferiu o título/PHENIX
Currículo e Diversidades Culturais-  Prof. Dr: Manoel Cardoso / Instituição que conferiu o título/UnB
Educação Quilombola – Prof  MsC Izzac de Azevedo Instituição que conferiu o título/PUC
Cultos  Afro-Brasileiro e Africano- Prof  MsC  Francisco Thiago silva /http://professorfranciscothiago.blogspot.com.br/
VISITAS ACADÊMICAS

TCC- Trabalho de Conclusão de Curso (PROJETO ou ARTIGO )
  REGIME E DURAÇÃO                  
O curso consistirá de aulas/ encontros semi-presenciais, sendo um encontro semanal obrigatórios ( segunda -feira, das 19h 30 às 22 h3Omin), três encontros presenciais, haja vista a orientação necessária à confecção das resenhas.e do Trabalho de Conclusão de Curso (ARTIGO OU PROJETO).
AVALIAÇÃO
A avaliação das competências e habilidades dos cursistas dar-se-á de forma contínua-qualitativa, ao final de cada disciplina, por meio da confecção de uma resenha, juntamente com o trabalho final de conclusão de curso (ARTIGO OU MONOGRAFIA ), exigindo-se média final 7,0 (sete) tanto nas resenhas produzidas como O ARTIGO (de acordo com as normas da ABNT). Caso o aluno não alcance a média 7,0 (sete) na avaliação, será dada uma nova oportunidade para a confecção da resenha.



PÚBLICO-ALVO
O curso dirigir-se-á a graduados em qualquer área que tenham interesse em cursar uma Pós-graduação Lato Sensu em HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA, principalmente os que estão e desejam ingressar neste mercado de trabalho.
MATRICULA
O candidato deverá preencher uma ficha de inscrição fornecida pela Instituição e entregar uma  cópia simples do Diploma e do Histórico Escolar de Graduação, duas fotografias 3x4, comprovante de residência e documentos pessoais.
INVESTIMENTO
:     O candidato, para torna-se aluno da Instituição,deverá pagar uma taxa de matrícula no valor de R$ 100,00(cem reais), mais doze (12) parcelas: de R$180,00 ( duzentos reais com 10 % de desconto  para  Instituições conveniadas/parceiros),
CERTIFICAÇÃO
          O aluno regular receberá o certificado de ESPECIALISTA EM HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA, sob as seguintes condições: frequentar no mínimo 75%   e ter nota mínima de 7,5 ou superior em todas as avaliações.