Blog educacional com notícias e arquivos (textos, livros, artigos, músicas, vídeos) relacionados com o campo da Educação (Básica e Superior) abrigado também no campo do currículo.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
CONVITE!! Trocando experiências: Educação Infantil na Finlândia
A Direção da Faculdade de Educação e Coordenação do Curso de
Especialização em Docencia na Educação Infantil inauguram a série
"Diálogos sobre Educação Infantil". O evento contará com a participação
das Professoras da Finlandia: Heidi Maria. K Panula e Marie Therese
Cerderberg, diretora de uma Escola de Educação Infantil e doutoranda em
Pedagogia na Universidade de Vaasa respectivamente. Saiba mais
segunda-feira, 29 de abril de 2013
CE aprova exigência de pós-graduação para professor de universidade pública
24/04/2013 - 14h05 Comissões - Educação - Atualizado em 24/04/2013 - 14h06
Iara Guimarães Altafin
De acordo com a relatora, senadora Ana Amélia (PP-RS), o projeto (PLS 123/2013) corrige equívoco contido no artigo oitavo da Lei 12.772/2012, o qual impede as universidades federais de exigir, nos editais de concurso para professores, títulos de mestrado ou doutorado. Pela legislação em vigor, as universidades públicas podem exigir apenas a graduação.
Para a relatora, o projeto acerta ao modificar a lei e voltar a permitir a exigência de titulação de pós-graduação nos concursos para o magistério público federal. Conforme explicou, a mudança prevista no PLS 123/2013 restabelece exigência de pós-graduação já contida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB- Lei 9.394/1996).
– O projeto tem o mérito de buscar a qualificação cada vez maior para o ensino superior em nosso país – disse.
Ana Amélia informou ainda que a norma contida na Lei 12.772/2012 tem sido criticada pelas instituições federais de ensino superior, considerada como retrocesso no processo de contratação de docentes das universidades públicas.
A relatora acatou duas emendas apresentadas pelo próprio Aloysio Nunes. A primeira suprime, dos requisitos para ingresso no cargo de Professor Titular-Livre do Magistério Superior, a exigência de 20 anos de experiência ou de obtenção do título de doutor.
A outra altera dispositivo que trata de retribuições pecuniárias e gratificações por docentes em regime de dedicação exclusiva.
Vista
Única a votar contra o projeto, a senadora Ana Rita (PT-ES) solicitou
mais tempo para analisar o relatório de Ana Amélia, mas seu pedido de
vista foi negado, por ter sido apresentado após o presidente da CE,
senador Cyro Miranda (PSBB-GO), ter colocado a matéria em votação.Ana Rita disse não ser contrária ao mérito da proposta e que pedia vista para atender solicitação do ministro da Educação, Aloysio Mercadante, que eventualmente poderia apresentar sugestões ao texto.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
quinta-feira, 25 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
PROFISSIONALIZAÇÃO E DESPROFISSIONALIZAÇÃO DOCENTE
Francisco Thiago Silva[1]
Leda Regina Bitencourt
da Silva[2]
Atualmente variadas correntes de pensamento -
Nóvoa (1997), Hoyle (1982), Popkewitz (1997), Ludke e Boing (1997), dentre
outros têm influenciado a cunhagem dos conceitos relacionados com o
desenvolvimento profissional docente, alguns propõem visões de
reconceitualizações, veremos as principais.
Hoyle
(1982) traz os conceitos de: a) profissão
– uma ocupação que serve para efectuar uma função social decisiva, b) profissionalização – processo de
listagem dos critérios duma profissão e c) Desenvolvimento
Profissional – como uma formação contínua;
Muitos Programas de Formação Docente têm se
ancorado nestes conceitos, propondo como “produto”, professores reflexivos,
sem, no entanto, aprofundar-se epistemologicamente deste conceito. Para tanto
Popkewitz (1997, p. 42), nos alerta que: “Não basta afirmar que os professores
devem ser reflexivos e que devem dispor de maior autonomia. Há que estabelecer
uma tradição de pensamento e de reflexão que possa apoiar este esforço”.
Para apoiar-se nessa perspectiva de formação
reflexiva, não podemos esquecer das condições em que o professorado se
encontra, inclusive nos ambientes de formação continuada.
Ludke e Boing (2004) discutem a precarização do
trabalho docente, apresentando várias causas: salários baixos, falta de
autonomia, desprestígio social enquanto classe profissional, inexistência de
sindicatos fortes, assim “Os discursos e as expectativas recaem sobre o professor
como se este fosse o salvador da pátria, mas, na prática, não são dadas a esse
‘profissional’ as condições necessárias de responder adequadamente ao que se
espera dele”. (p, 1175). Defendem ainda que o desenvolvimento de pesquisa,
prática e teórica do campo docente poderá contribuir para que o próprio
professor encontre os rumos de sua profissionalidade.
Nesse sentido, percebemos que essa postura
reflexiva dos educadores deve vir acompanhada de autonomia profissional, que
corroboram para cristalizar os critérios da profissionalidade docente.
Ao pensarmos no processo de gênese curricular,
se há um silenciamento das vozes docentes, e consequentemente a expropriação de
sua autonomia, o profissional seguramente não vai percebe-se na proposta
curricular que posteriormente lhe confrontará. Assim, a desprofissionalização
evidencia-se na prática pedagógica, já que o educador executará o currículo,
como mero reprodutor, sem ter possibilidade, muitas vezes de reconfigurar o
conhecimento prescrito. Foi à realidade da Rede Pública de Ensino do DF durante
a vigência do documento curricular analisado neste texto.
Torna-se fundante que esse profissional tenha
subsídios em seu processo de formação, que possibilite uma “[...] boa prática
profissional com um grande rigor intelectual, o que vai resultar num maior
nível de desempenho profissional.” (HOYLE, 1982, p. 7).
[1] Mestre
em Educação pela Universidade de Brasília, sob orientação da profa. Dra. Lívia
Borges. Especialista em História Afro-brasileira e Africana pela
Faculdade Phenix e graduado em História pela Faculdade Projeção. Membro do
grupo de pesquisa GEPPHERG.Professor da Secretaria de Educação do Distrito
Federal. E-mail para contato: fthiago2002@yahoo.com.br.
[2]
Mestranda em Educação pela FE – UNB, na Linha de Pesquisa Profissão Docente sob
orientação da Prof.ª Dra. Lívia Freitas Fonseca Borges. Possui graduação em
Pedagogia - Magistério para início de escolarização - UNB (2001). Professora da
Secretaria de Educação do Distrito Federal. E-mail: ledaregina@yahoo.com.br.
As Teorias do Currículo na perspectiva de Tomaz Tadeu da Silva e o “Currículo Prescrito”
Francisco Thiago SIlva*
Ao se analisar o currículo,
termo que para Lopes e Macedo (2011) aparece pela primeira vez em 1863, mas que
somente a partir de 1900 com o início da industrialização americana e em 1920
com o movimento da Escola Nova no Brasil começam os estudos teóricos do campo curricular.
Para
melhor conceituá-lo Silva (2011) acredita que seja possível fazer a análise a
partir de três perspectivas, ou seja, a forma de se compreender o significado de
currículo indica uma concepção teórica de educação que se tem: tradicional, crítica e pós-estruturalista ou pós-crítica.
Na perspectiva tradicional a
ênfase está nos professores, que ensinam e os alunos aprendem, existe uma
avaliação classificatória onde os objetivos, métodos e procedimentos são
desenvolvidos pensados somente na obtenção de resultados, em ter uma
"produção mais eficiente”.
Na teoria crítica, sustentada
por autores marxistas, da Escola de Frankfurt e da Nova Sociologia da Educação,
desloca-se a ênfase de conceitos pedagógicos de ensino e aprendizagem para
conceitos como ideologia, reprodução cultural e social, poder, classe,
capitalismo, relações sociais de produção, emancipação e libertação, aparece o
currículo oculto como ações que acontecem na escola que não estão escritas, mas
fazem parte do cotidiano como se fosse uma verdade prescrita
Para os pós-críticos ou
pós-estruturalistas o currículo estará vinculado à questão de identidade, olhar
o outro como parte que constitui o sujeito, alteridade, as questões das
diferenças e subjetividade, cultura, as narrativas de gênero, raça, etnia,
sexualidade, o multiculturalismo.
Dentro dessa perspectiva
epistemológica, o conceito de Currículo Prescrito, precisa ser elucidado, na
perspectiva de Sacristán (2000, p. 147): "[...] tem impacto importante
para estabelecer e definir as grandes opções pedagógicas regula o campo de ação
e tem como consequência o plano de um esquema de socialização profissional
através da criação de mecanismos de alcance prolongado."
Neste texto não se pretende
colocar uma posição contrária ao Currículo Prescrito, antes, entendemos que
cabe ao Estado definir os conteúdos mínimos e válidos para seu sistema de
ensino. Sem, no entanto, invizibilizar a atuação do professor. Tal atitude pode
desencadear um desestímulo do profissional, que não percebe sua identidade na
proposta curricular, e consequentemente a mesma não diz respeito à sua prática
e ao desenvolvimento de seu trabalho.
É necessário, que se levante um
questionamento central: o documento curricular é prescrito por quem? É
importante haver prescrição e regulação com a participação do professor em toda
a construção curricular, caso contrário a escolarização poderá deixar lacunas
no processo de desenvolvimento da aquisição dos conteúdos mínimos que
dificilmente serão sanadas quando o aluno não tem acesso aos bens culturais e
conhecimentos construídos socialmente.
Sacristán (2000) defende que a
competência profissional de desenvolver o currículo é uma das atribuições do professor
e que “[...] o caráter inoperante das prescrições curriculares na definição da
prática e a debilidade profissional dos professores farão com que essa
distribuição seja desigual e favorável aos meios tradutores do currículo [...]
a desprofissionalização dos docentes é inevitável." (ibidem, p. 154)
____________________________________________
[1] Texto
adaptado do artigo: “Currículo prescrito e trabalho docente:
desprofissionalização dos professores na educação do Distrito Federal.” (SILVA,
Francisco Thiago; SILVA, Leda Regina Bittencourt, UnB). Apresentado no X
Colóquio Luso-Brasileiro sobre Questões Curriculares e VI Colóquio
Luso-Brasileiro de Currículo UFMG – Belo Horizonte, Brasil. Setembro de 2012
Formando professores reflexivo-críticos, na perspectiva da dialética emancipatória:
Francisco
Thiago Silva/UNB (2012) [1]
Nas últimas décadas a formação dos professores nas esferas: inicial e
continuada tem povoado a agenda das principais entidades e grupos preocupados
com a profissionalização docente. Estudos e pesquisas são publicados,
currículos são reformulados, porém a prática cotidiana pedagógica demonstra o
quão o quesito de formação, se apresenta disforme, o que causa grandes
prejuízos para a aprendizagem do aluno. Portanto, a qualidade do processo de
formação dos educadores, principalmente a inicial, é determinante para o
sucesso do exercício da docência.
Entendo também que os modelos de Formação devem ser pautados pela
construção de uma postura de professor reflexivo, sustentada por uma visão
crítica, que apresente as contradições da totalidade com vistas à emancipação
humana, e que possa se ancorar na pesquisa intelectual acadêmica do docente, e
não só na reflexão de sua prática.
Se a sociedade e a academia passarem a reconhecer o professor como um
intelectual e profissional, sujeito do próprio trabalho, capaz de refletir
criticamente sobre sua prática com uma possibilidade dialética de
transformá-la, desde que ele tenha acesso aos fundamentos para essas reflexões
e se aproprie das pesquisas que apontam para análises críticas da sociedade e
da escola brasileira, talvez teremos uma pedagogia da emancipação se desenhando
e influenciando o desenvolvimento profissional docente, que não se reduz apenas
em cursos.
É nesse contexto que a educação e o lócus escola, têm papel central em
possibilitar a materialização do desenvolvimento profissional docente, cravado
nos princípios de uma democracia verdadeiramente representativa, que tenha no
coletivo da classe trabalhadora dos professores, um de seus atores sociais
basilares na busca por uma transformação social, não idealista ou utópica, mas
dialética.
Isso depende de uma formação inicial e continuada arraigadas num
princípio crítico-reflexivo, mas emancipatório, que debata sobre as políticas
públicas para a área e instrumentalize o professor, como agente intelectual e
profissional, dotado de um saber específico, com vistas a torná-lo, como diria
Gramsci, um intelectual orgânico.
[1] Mestrando em Educação pela Faculdade de Educação -
Universidade de Brasília, sob orientação da profa. Dra. Lívia Borges.
Especialista em
História Afro-brasileira e Africana e graduado
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Pós-Graduação em Educação Infantil com Ênfase em Alfabetização e Letramento
O curso destina-se a todos os profissionais de educação que desejam ter
conhecimentos relacionados a Educação Infantil e Alfabetização e
Letramento.
Será uma oportunidade de discutirmos propostas nesta área.
Peço que divulguem a todos os profissionais de sua escola, encaminhei
também o cartaz de divulgação do curso via Regional de Ensino, peço que
colem na sala dos professores.
INÍCIO: MATRÍCULAS ABERTAS
LOCAL DO CURSO: Escola Classe 33 - Setor "o"
HORÁRIO DAS AULAS: 19H30 AS 22H 30 ( um encontro semanal )
INSCRIÇÃO NA AVENIDA CENTRAL BLOCO 372- NÚCLEO BANDEIRANTE.
HORÁRIO: 9H AS 17 H.
INVESTIMENTO: MATRÍCULA R$ 100,00 + 17 X 120,00 .
PROFESSORES: Prof. Dr. em Psicologia(UnB ) Marcelo Porto ( LIVROS PUBLICADOS: Educação Inclusiva e Fenômeno Bullying e outros )
Prof. MsC em Educação ( Católica de BsB ) Flávio Kalile,
Profª Doutoranda em Linguistica (UnB ) ZENAIDE DIAS ( lIVRO PUBLICADO: LINGUISTICA)
Prof. Dr. em Sociologia( UnB ) José Soares ( LIVROS PUBLICADOS: O
Sindicalismo no ABC Paulista e outros ), Prof. MsC Francisco Thiago/UnB (
Educação e Especialista em História Afro-Brasileira,com vários artigos
publicados ).
Conceição Madeiro
3964-5688/9211-8313
www.ethikoseducar.com.br
segunda-feira, 8 de abril de 2013
A proposta dos ciclos é tema de debate na UnB
Ciclos e semestralidade na educação básica – novos formatos de
organização da escola é o primeiro tema do “Ciclo de Palestras do
Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Brasília
(PPGE-UnB)”, que levará a cada mês um debate sobre a agenda educacional
brasileira. O evento contará com a presença do Sinpro e será realizado
no dia 11 de abril, próxima quinta-feira, às 18h, no auditório Dois
Candangos da UnB.
Na ocasião será possível conhecer a experiência de ciclos do Ceará, a partir da palestra de Jeannette Filomeno Pouchain Ramos, doutora em Educação pela UFC. Também participam do debate a doutora Edileuza Fernandes e a professora Ilma Veiga, da PPGE.
Fonte: http://www.sinprodf.org.br/a-proposta-dos-ciclos-e-tema-de-debate-na-unb/
Na ocasião será possível conhecer a experiência de ciclos do Ceará, a partir da palestra de Jeannette Filomeno Pouchain Ramos, doutora em Educação pela UFC. Também participam do debate a doutora Edileuza Fernandes e a professora Ilma Veiga, da PPGE.
Fonte: http://www.sinprodf.org.br/a-proposta-dos-ciclos-e-tema-de-debate-na-unb/
domingo, 7 de abril de 2013
ATIVIDADE INAUGURAL DA PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO - PPGE. - UnB
Dia 11 de abril, quinta-feira, 18h, no Auditório Dois Candangos, na Faculdade de Educação.
Tema:
Ciclos e Semestralidade na educação básica - novos formatos de organização da escola
Palestrantes:
Jeannette Filomeno Pouchain Ramos, professora da UECE/UNILAB. Doutora em educação pela UFC, e
Edileuza Fernandes da Silva. Doutora em Educação pelo PPGE e professora da Secretaria de Educação do DF.
coordenação: professora Ilma Passos Alencastro Veiga
Vamos debater esse tema que causou polêmica nesse inicio de ano letivo aqui no Distrito Federal.
VII Semana da África: chamada para comunicações - BA
mana da África: chamada para comunicações - BA
Estão abertas, até o dia 05 de maio, as inscrições para as sessões de comunicações coordenadas da VII Semana da África, a ser realizada “de 20 a 25 de maio em Salvador, com o tema geral “Identidades africanas na produção audiovisual em África e na sua diáspora”.
Serão
aceitos trabalhos que apresentem reflexões e resultados, finais ou
parciais, de pesquisa original sobre os mais diversos aspectos da
produção cultural, na África e na diáspora, com particular interesse
pela produção audiovisual. Serão contemplados ainda trabalhos sobre o
ensino da história, culturas africanas e afro-brasileiras nas escolas e
universidades do Brasil e da África. De modo a obter um diálogo
interdisciplinar no grande campo das ciências humanas, as sessões serão
compostas levando-se em conta a proximidade de temas e não a filiação a
uma disciplina específica. Trabalhos em antropologia, sociologia,
ciência política, história, economia, direito, relações internacionais,
comunicação social, artes, literatura e linguística serão privilegiados,
desde que estejam vinculadas à temática do evento
Instruções para submissão de proposta
Para
submeter uma proposta, favor informar os dados de identificação e
contato, bem como o título da comunicação e um resumo de no máximo 250
palavras através do formulário eletrônico abaixo:
Os/as autores/as que tiverem trabalhos aceitos serão informados em tempo hábil por correio eletrônico.
Os/as
autores/as selecionados/as terão 15 minutos cada para sua apresentação
oral (o equivalente a um texto entre 2.000 e 2.500 palavras). Após o
término das apresentações, um/a coordenador/a designado pela organização
do evento mediará o debate.
Os textos completos das comunicações apresentadas deverão ser enviados através do e-mailsemanadaafricasalvador@gmail.com para publicação no site do evento, até o dia 26 de maio.
Normas para formatação do texto completo
O
texto integral, incluindo tabelas, ilustrações e referências
bibliográficas, deve estar em conformidade com as normas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) aplicáveis, em espacial as
NBR 14724:2011, NBR 10520:2002 e NBR 6023:2002.
As citações devem ser em formato autor-data.
Um arquivo-modelo, em formato Open Document (.odt), com todas as formatações já aplicadas, está disponível no endereço abaixo:
Serão aceitos textos finais nos formatos Open Document (.odt), ou Microsoft Word (.doc).
sábado, 6 de abril de 2013
Matrícula de crianças a partir de quatro anos será obrigatória em 2016
Sexta-feira, 05 de abril de 2013 - 18:41
A partir de 2016, as crianças deverão ser matriculadas na
educação básica a partir dos quatro anos de idade. Para atender a essa
obrigatoriedade de pais e responsáveis, as redes municipais e estaduais
deverão se adequar, dentro do mesmo prazo, para acolher alunos de quatro
a 17 anos. O fornecimento de transporte, alimentação e material
didático também será estendido a todas as etapas da educação básica.
Essas mudanças são determinadas pela Lei 12.796, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 5. Essa lei ajusta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) à emenda constitucional 59, de 11 de novembro de 2009, que tornou obrigatória a oferta gratuita de educação básica a partir dos quatro anos.
A lei 12.796 também estabelece que a educação infantil, que contemplará crianças de quatro e cinco anos na pré-escola, será organizada com carga horária mínima anual de 800 horas, distribuída por no mínimo 200 dias letivos. O atendimento à criança deve ser, no mínimo, de quatro horas diárias para o turno parcial e de sete para a jornada integral. Isto já valia para o ensino fundamental e o ensino médio.
Outras mudanças – As alterações nos artigos da LDB também englobam educação especial. De acordo com a lei 12.796, entende-se por educação especial a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
O texto da lei também garante que “o poder público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na própria rede pública”.
Houve também a inclusão no texto da LDB de “consideração com a diversidade étnico-racial” entre as bases nas quais o ensino será baseado.
Assessoria de Comunicação Social
Essas mudanças são determinadas pela Lei 12.796, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 5. Essa lei ajusta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) à emenda constitucional 59, de 11 de novembro de 2009, que tornou obrigatória a oferta gratuita de educação básica a partir dos quatro anos.
A lei 12.796 também estabelece que a educação infantil, que contemplará crianças de quatro e cinco anos na pré-escola, será organizada com carga horária mínima anual de 800 horas, distribuída por no mínimo 200 dias letivos. O atendimento à criança deve ser, no mínimo, de quatro horas diárias para o turno parcial e de sete para a jornada integral. Isto já valia para o ensino fundamental e o ensino médio.
Outras mudanças – As alterações nos artigos da LDB também englobam educação especial. De acordo com a lei 12.796, entende-se por educação especial a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
O texto da lei também garante que “o poder público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na própria rede pública”.
Houve também a inclusão no texto da LDB de “consideração com a diversidade étnico-racial” entre as bases nas quais o ensino será baseado.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação básica, educação infantil, pré-escola, LDB, Lei 12.796
quarta-feira, 3 de abril de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
Primeira reitora negra assume a Universidade Federal Afro-Brasileira
Escrito por Portal do MEC
Ter, 02 de Abril de 2013 13:24
Ampliar / reduzir -
A
pedagoga Nilma Lino Gomes é a primeira mulher negra a ser empossada no
cargo de reitor de uma universidade federal brasileira. Nilma tomou
posse como reitora pro tempore da Universidade da Integração
Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) na tarde desta
segunda-feira, 1º de abril. Ela assume o cargo deixado pelo novo
secretário da educação superior do MEC, Paulo Speller.A Unilab iniciou as atividades acadêmicas em 2011 com cinco cursos, e no ano seguinte já ofertava 1.010 matrículas. Com sede em Redenção, Ceará, a universidade a tem como objetivo – além do ensino superior, pesquisa e extensão – formar recursos humanos para contribuir com a integração entre o Brasil e os demais países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), especialmente os países africanos, e promover o desenvolvimento regional e o intercâmbio cultural, científico e educacional.
De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a Unilab atua como porta da África no Brasil, um espaço de promoção das relações entre brasileiros e africanos. “A universidade vai trazer a cultura, a história da África, a música, a arte a ciência”, disse Mercadante.
Nilma Lino Gomes é graduada em pedagogia e mestre em educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), fez doutorado em ciências sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado em sociologia pela Universidade de Coimbra, em Portugal. A reitora atuou como professora do Departamento de Administração Escolar da Faculdade de Educação da UFMG e coordenadora-geral do Programa Ações Afirmativas na UFMG e do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Raciais e Ações Afirmativas (NERA). Entre 2004 e 2006, presidiu a Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN) e desde 2010 integra a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, onde participa da comissão técnica nacional de diversidade para assuntos relacionados à educação dos afro-brasileiros.
Fonte: http://institutoluizgama.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=617:primeira-reitora-negra-assume-a-universidade-federal-afro-brasileira&catid=10:questao-racial-e-quilombola&Itemid=38
terça-feira, 26 de março de 2013
VI - EBEM Encontro Brasileiro de Educação e Marxismo
Apresentação
O EBEM – Encontro Brasileiro de Educação e Marxismo – é um encontro de âmbito nacional que tem por objetivo possibilitar a discussão entre investigadores, professores, estudantes, militantes dos movimentos sociais e os diversos núcleos de pesquisa no país que abordam o tema da educação na perspectiva teórico-metodológica do materialismo histórico.
Dando continuidade aos encontros anteriores, temos a satisfação de apresentar o V EBEM, sob o título “Marxismo, Educação e Revolução”, organizado por pesquisadores e professores da Universidade Federal de Goiás. O Encontro acontecerá em Goiânia, nos campi da Universidade Federal Goiás, nos dias 27, 28, 29 e 30 de agosto de 2013.
Esta edição do evento contará com espaços de reflexão distribuídos entre diferentes mesas temáticas. Também acontecerão apresentações de trabalhos, que serão inscritos mediante submissão de resumos.
Observações importantes:
(1) Para realizar sua inscrição, é necessário efetuar um breve cadastro no sistema que hospeda o site do evento (ver "realizar inscrição" no menu à sua esquerda).
(2) Antes de realizar sua inscrição, conferir "modalidades de inscrição" e o arquivo presente na página "orientações para inscrição".
(3) Inscrições somente serao aceitas mediante pagamento do boleto bancário que estará disponível no link "normas" de cada modalidade de inscrição (ver página modalidades de inscrição)
Site: http://eventos.ufg.br/SIEC/portalproec/sites/gerar_site.php?ID_SITE=6441
segunda-feira, 18 de março de 2013
ARTIGO SOBRE CANDOMBLÉ PUBLICADO DE MANEIRA MODIFICADO (VERSÃO AMPLIADA)
Último Andar
EDITORIAL:“Candomblé iorubá: a relação do homem com seu orixá pessoal”, discussão levada por Francisco Thiago Silva, da Universidade Phênix, de Goiás, trata desta religião afro-brasileira e as particularidades das raízes do Candomblé de matriz africana, que por meio dos escravos teve terreno fértil para se desenvolver no território brasileiro, se tornando de grande importância para a fundamentação da multi-culturalidade do Brasil.
Link:http://revistas.pucsp.br/index.php/ultimoandar/article/view/13984/10290
quarta-feira, 13 de março de 2013
Inscrições abertas para seleção de estudantes para o Curso de Especialização em Educação na Diversidade e Cidadania, com ênfase na Educação de Jovens e Adultos
Parceria da FE/PPGE e MEC/SECADI visa o preenchimento
de 300 vagas, para professores e profissionais de Educação de Jovens e
Adultos da rede pública de ensino com exercício no DF
Trata-se de parceria entre a UnB e o MEC/SECADI-UAB no âmbito da
implantação da Rede de Educação para a Diversidade, em que instituições
de ensino superior se dedicam à formação inicial e continuada de
profissionais da educação, com o objetivo de disseminar e desenvolver
metodologias educacionais para a inserção dos temas da diversidade no
cotidiano das salas de aula, com ênfase na Educação de Jovens e Adultos.
Os candidatos deverão ser portadores de diploma de curso superior em
nível de Graduação, apresentando-o no ato da matrícula, juntamente com o
Curriculum Vitae, o Pré-Projeto de Intervenção Local (PIL), e demais
documentos discriminados no item 3 do edital que pode ser encontrado AQUI.
fonte: http://www.fe.unb.br/noticias/inscricoes-abertas-para-selecao-de-estudantes-para-o-curso-de-especializacao-em-educacao-na-diversidade-e-cidadania-com-enfase-na-educacao-de-jovens-e-adultos
terça-feira, 12 de março de 2013
A Faculdade de Educação - FE realizará o curso Gênero e Diversidade na Escola
O curso faz parte das ações de formação continuada,
destinado aos profissionais da educaçào básica da Secretaria de
Educaçào - SEDF.
Saiba mais
O curso se insere na modalidade de formação continuada de profissionais
da educação tratando das temáticas de gênero, raça/etnia e orientação
sexual, possibilitando aos professores/as condições de observar e
introduzir nas suas reflexões e práticas pedagógicas as relações de
gênero, possibilitando a construção de uma educação inclusiva e não
sexista. O curso será desenvolvido durante quatro meses (abril a julho de 2013)
com acompanhamento de uma equipe selecionada pela Universidade de
Brasília, equipe esta formada por: tutoria, coordenação, supervisão do
curso e coordenação de pesquisa.
Objetivos Gerais
- Realizar uma formação continuada em gênero, raça e orientação sexual para profissionais da educação básica da rede de ensino público do Distrito Federal.
- Pesquisar, monitorar e analisar o processo de formação dos beneficiários do curso quanto ao material didático utilizado e às experiências e estratégias desenvolvidas para a inserção dos temas no cotidiano escolar.
Objetivos Específicos
Os objetivos a serem alcançados pelo curso são:
- Desenvolver a capacidade dos/as professores/as da Educação Básica da rede pública de compreender e posicionar-se diante das transformações políticas, econômicas e socioculturais que requerem o reconhecimento e o respeito à diversidade sociocultural do povo brasileiro e dos povos de todo o mundo – o reconhecimento de que negros e negras, índios e índias, mulheres e homossexuais, dentre outros grupos discriminados, devem ser respeitados/as em suas identidades, diferenças e especificidades, porque tal respeito é um direito social inalienável;
- Contribuir para a formação de profissionais em educação, em especial professores da Educação Básica, capazes de produzir e estimular a produção dos alunos e de alunas nas diferentes situações do cotidiano escolar, de forma articulada à proposta pedagógica e a uma concepção interacionista de aprendizagem;
- Elaborar propostas concretas para utilização dos acervos culturais existentes nos diferentes contextos escolares no desenvolvimento de atividades curriculares nas diferentes áreas do conhecimento;
- Desenvolver estratégias de formação do professor pesquisador, de autoria e de leitura crítica no aproveitamento dos diferentes recursos pedagógicos, das diferentes mídias;
- Incentivar a produção de materiais didáticos de apoio pelos próprios alunos do cursos e o intercâmbio de tais materiais e experiências bem sucedidas, (bem como dificuldades enfrentadas) entre os cursistas;
- Contribuir para a promoção da inclusão digital através de conteúdos transformadores das culturas discriminatórias de gênero, racial étnica e de orientação sexual no país;
- Público-alvo
Professores/as e Orientadores/as Educacionais da SEDF que atuam na Educação Básica.
- Número de vagas: 150
- Duração e carga horária
O curso tem 200 horas de duração será ministrado nas modalidades à distância e por meio de quatro
encontros presenciais que acontecerão aos sábados (manhã), totalizando
40 horas de atividades presenciais que acontecerão na Faculdade de
Educação da UnB no Campus Darcy Ribeiro, Asa Norte. O curso será
ministrado durante 10 semanas.
- Titulação
Os/as participantes com um mínimo de 75% de participação, somando as
horas a distancia e presencias, receberão certificado equivalente às 200
horas do curso.
- Inscrições
- As inscrições devem ser feitas pelo endereço eletrônico: gde2012.unb.inscricoes@gmail.com com os seguintes dados: Nome completo, Nome da escola, telefones para contato e CPF, na da data de 12/03/2013 a 20/03/2013.
- Deverá ser preenchida uma ficha de inscrição que se encontra disponível aqui. A ficha ser entregue em forma impressa e assinada no primeiro encontro presencial, a ser realizado na primeira quinzena de abril de 2013.
Fonte: http://www.fe.unb.br/noticias/copy_of_a-faculdade-de-educacao-unb-apresenta-o-curso-genero-e-diversidade-na-escola
segunda-feira, 11 de março de 2013
SEDF promove seminário com Miguel Arroyo
11 de março de 2013 em Notícias
Os gestores da Secretaria de Educação participaram nesta segunda-feira (11) do II Seminário do Currículo em Movimento: Outra

escola é possível, no auditório da sede da SEDF. A palestra do doutor em educação, Miguel Arroyo, teve o tema “o direito ao tempo da formação humana”.
Entre os gestores presentes estava o secretário de Educação Denilson Bento da Costa, a secretária adjunta Maria Luiza Fonsecado Valle, os subsecretários da pasta, os coordenadores regionais de ensino e os gerentes de educação básica. Nessa terça-feira (12), será a vez dos profissionais de educação que estão em sala de aula de discutirem a implantação dos ciclos e semestralidade num painel com o especialista.
Além dos professores, participarão do debate, representantes do Sindicato dos Professores (SINPRO-DF), do Conselho de Educação do Distrito Federal, da União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas de Brasília (UMESB) e da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do DF (ASPA).
Miguel
Arroyo é professor e tem pós-doutorado em educação e Acompanha diversas
propostas educativas em redes estaduais e municipais do país. Ele tem
experiência em Política Educacional e Administração de Sistemas
Educacionais, atuando principalmente em temas como educação, cultura
escolar, gestão escolar, educação básica e currículo.
O Painel acontecerá em três horários:
Às 8h30 e às 14h no auditório do Colégio Militar, SGAN 902/904 e às 19h na sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro.
Fonte: http://www.se.df.gov.br/?p=10691
Os gestores da Secretaria de Educação participaram nesta segunda-feira (11) do II Seminário do Currículo em Movimento: Outra
escola é possível, no auditório da sede da SEDF. A palestra do doutor em educação, Miguel Arroyo, teve o tema “o direito ao tempo da formação humana”.
Entre os gestores presentes estava o secretário de Educação Denilson Bento da Costa, a secretária adjunta Maria Luiza Fonsecado Valle, os subsecretários da pasta, os coordenadores regionais de ensino e os gerentes de educação básica. Nessa terça-feira (12), será a vez dos profissionais de educação que estão em sala de aula de discutirem a implantação dos ciclos e semestralidade num painel com o especialista.
Além dos professores, participarão do debate, representantes do Sindicato dos Professores (SINPRO-DF), do Conselho de Educação do Distrito Federal, da União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas de Brasília (UMESB) e da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do DF (ASPA).
O Painel acontecerá em três horários:
Às 8h30 e às 14h no auditório do Colégio Militar, SGAN 902/904 e às 19h na sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro.
Fonte: http://www.se.df.gov.br/?p=10691
terça-feira, 5 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
Palestra inaugural do Curso em Especialização em História afro-brasileira e africana
Palestrante:
Prof. Mestrando em Educação - UNB e Especialista em história
afro-brasileira e africana; FRANCISCO THIAGO
SILVA.
DATA: 21/03/2013 - horário: 19h
LOCAL: Avenida
Central, bloco 372 –Núcleo Bandeirante/DF
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO ETHIKOS
FACULDADE PHÊNIX
PORTARIA MEC Nº 89/90 DE JANEIRO DE 2006
ESTARÁ OFERECENDO O CURSO
DE:
PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA
O curso destina-se a todos os
profissionais de educação que desejam ter conhecimentos relacionados a
História Afro-Brasileira e Africana.
Será uma oportunidade de discutirmos propostas nesta área.
INVESTIMENTO: MATRÍCULA R$ 100,00 + 12 x 180,00
Será uma oportunidade de discutirmos propostas nesta área.
INVESTIMENTO: MATRÍCULA R$ 100,00 + 12 x 180,00
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